sábado, 18 de julho de 2026

Bienal da Água | Première Agoas Livres da autoria do Mestre Silvestre Fonseca | Auditório Carlos Avilez - Monte Estoril


Mestre Silvestre Fonseca


Mestre Silvestre Fonseca e a filha Inês Fonseca


Joana Vasconcellos e Margarida Monteiro Ruas


Júlio Quaresma, Margarida Prieto e Mestre Silvestre Fonseca


Margarida Prieto e Consuelo Císcar Casaban


António Vieira Coelho e Conceição Vieira Coelho


Arne Quinze e Joana Vasconcellos


Margarida Monteiro Ruas e o marido


Joana Vasconcelos e Isabel Nogueira


Paula Bobone e Julio Quaresma 


Maria das Graças Kleinschmidt


Isabel Nogueira


Mestre Silvestre Fonseca


Mestre Silvestre Fonseca e o Maestro Gonçalo de Alcântara Lourenço








Inês Fonseca, filha do Mestre Silvestre Fonseca


Pai e filha 

















Mestre Silvestre Fonseca nos agradecimentos a Margarida Margarida Monteiro Ruas, Comissária da Bienal da Água, a Júlio Quaresma, Coordenador Geral da Bienal da Água e Esteban Campolongo (CEO da OlivierWater, que concebeu e promove a Bienal da Água


Bienal da Água

Première

Première Agoas Livres

da autoria do Mestre Silvestre Fonseca

Auditório Carlos Avilez - Edifício Cruzeiro - Monte Estoril 


No âmbito do programa da Bienal da Água sob o tema, As Pegadas da Água, Cascais 2026, aconteceu a Première Agoas Livres da autoria do Mestre Silvestre Fonsecaao final da tarde de quinta-feira, 15 de Julho de 2026, no Auditório Carlos Avilez, Edifício Cruzeiro no Monte Estoril, 

Mestre Silvestre Fonseca, é um conceituado compositor, professor e concertista de guitarra clássica. Reconhecido em Portugal e no estrangeiro.
Criou Agoas Livres, para coro, orquestra, soprano solista e guitarra. Acompanhado pelo Coro Appassionato , e a Orquestra Lusitana sob a direcção do Maestro Gonçalo Lourenço

“Hoje, comecei sozinho, guitarra a solo, numa viagem de uma peça minha, que das mais tocadas no mundo, que se chama Melodia de uma noite, depois veio o coro Appassionato, interpretamos quatro peças, três do Séc XVI e uma feita por mim agora dedicada a Camões, mas com linguagem da renascença. Depois entrou a Orquestra Lusitana, onde foram ouvidas várias coisas, a minha Romanza para Violino e Orquestra; o Ennio Morricone no Gabriel’s Oboe, que é uma música lindíssima, do filme A Missão. Depois a minha Avé Maria, o Arriverdeci Roma. A minha filha também cantou um original, que se chama Tudo Outra Vez e a seguir a estreia da Agoas Livres.” Mestre Silvestre Fonseca

Foram noventa minutos de puro deleite para os sentidos.





 

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