Júlio Quaresma - Coordenador Geral da Bienal da Água - As Pegadas da Água - Cascais 2026
Apresenta a escultura de sua autoria “O Caminho da Água”
Em exposição no exterior, da Cidadela de Cascais
Júlio Quaresma dentro da escultura “O Caminho da Água”
Uma das faces da escultura “O Caminho da Água”
Outra das faces da escultura “O Caminho da Água”
Esteban Campolongo (CEO da OlivierWater), que juntamente com Consuelo Císcar, concebeu e promove a Bienal da Água, assina a doação à Santa Casa da Misericórdia de Cascais, de todas as estruturas e positivas de madeira utilizadas na Bienal da Água, num total de 552 m2
Margarida Monteiro Ruas, Comissária da Bienal da Água
Consuelo Císcar Casaban, Diretora da Bienal da Água
Salvato Teles de Menezes, Presidente do Conselho Diretivo da Fundação D.Luís, que esteve também em representação do vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais
Margarida Monteiro Ruas, Salvato Teles de Menezes, Júlio Quaresma e Consuelo Císcar Casaban
Margarida Monteiro Ruas, Salvato Teles de Menezes, Consuelo Císcar Casaban, Maria José Franco da Câmara Municipal de Cascais, a representante da Santa Casa da Misericórdia de Cascais e Esteban Campolongo
Margarida Monteiro Ruas
Salvato Teles de Menezes, Consuelo Císcar Casaban e Júlio Quaresma
Consuelo Císcar, Diretora da Bienal e Esteban Campolongo (CEO da OlivierWater)
José Sanchez, Júlio Quaresma e Joan Àguila Chavero, autor da Música da Água
Júlio Quaresma e Consuelo Císcar Casaban
Maria Cândida Almeida
Fernando Pereira e Conceição Ferrão
Maria das Graças Kleinschmidt
Júlio Quaresma e Esteban Campolongo
José Esteves Marques, Fátima Lopes e Júlio Quaresma
Isabel Nogueira e Cândida Almeida
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Marta e José Luís Pimenta de Aguiar |
Fernando Pereira, Júlio Quaresma e Conceição Ferrão
Liza Veiga e Júlio Quaresma
Margarida Monteiro Ruas e Rui Mota Anacleto
José Manuel Novo de Matos e Maria Helena Novo de Matos
Isabel Nogueira
Cândida Almeida, Silvestre Fonseca, Rui Mota Anacleto e Margarida Monteiro Ruas e marido, Conceição Ferrão e Fernando Pereira
A celebração artística da soprano Liza Veiga, feita em dois momentos
Liza Veiga (Cantora lírica)
Júlio Quaresma no jogo de espelhos por ele criado
BIENAL DA ÁGUA
AS PEGADAS DA ÁGUA - CASCAIS 2026
CERIMÓNIA DE ENCERRAMENTO NA CIDADELA DE CASCAIS
APRESENTAÇÃO DA ESCULTURA DE JÚLIO QUARESMA “ O CAMINHO DA ÁGUA”
A Bienal da Água “As Pegadas da Água” Cascais 2026, que contou com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Senhor Presidente da República, teve a sua cerimónia se encerramento, ao final da tarde de sábado 05 de setembro, pelas 19h00, na Cidadela de Cascais, durante a qual, foi apresentada a escultura de Júlio Quaresma “O Caminho da Água”.
Com um apelo internacional, pelo futuro da água, assinalou-se assim o fim da primeira edição da Bienal da Água, com uma programação, que pretendeu abrir novos caminhos para a reflexão e a acção em torno da água em escala global.
Um dos momentos do encerramento foi a doação, à Santa Casa da Misericórdia de Cascais, de todas as estruturas expositivas de madeira utilizadas na Bienal — totalizando 552 m² —, em uma iniciativa da Oliver Water que reforça a dimensão de sustentabilidade e o legado do evento. Além disso, Margarida Monteiro Ruas apresentou o “Apelo de Cascais”, documento que será posteriormente levado à Cúpula da Água da ONU, em Dubai, em dezembro de 2026. O Apelo será apresentado previamente em uma cerimónia oficial, no Centro Cultural de Cascais, consolidando-se como uma das principais contribuições da Bienal, para o debate internacional sobre a água.
A escultura “O Caminho da Água”, de Júlio Quaresma. A obra, concebida para simbolizar o encerramento desta edição da Bienal e, simultaneamente, abrir caminho para futuras Bienais da Água, em diferentes lugares do planeta, propõe uma experiência imersiva e simbólica em torno da relação do ser humano com a água. Estruturada a partir do cubo — sólido platônico associado à estabilidade, à Terra e aos seus quatro elementos —, a obra se abre para revelar o “caminho da água”. O aço corten, os espelhos e a luz entrelaçam-se em uma composição que convida o espectador à introspecção e a assumir-se como parte da própria obra. A presença recorrente do número três e das barras de luz, associadas à simbologia de Portugal e à sua relação histórica com o mar, reforça a dimensão cultural, filosófica e espiritual da peça.
O evento culminou com um concerto da soprano Liza Veiga, em uma celebração artística que visou encerrar a Bienal com uma dimensão festiva e glamorosa.
Com “Huellas del Agua”, a Bienal da Água de Cascais encerra, assim, uma etapa, mas deixa um legado que pretende ultrapassar fronteiras: refletir sobre a água, o seu valor e a responsabilidade coletiva de
proteger este recurso essencial para o futuro do planeta.