quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Academia de Artes do Estoril | Festa do 3.º aniversário no Auditório Carlos Avilez | Concerto do Quinteto de Metais da Banda Sinfónica da GNR


Quinteto de Metais da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana


João Anibal Henriques, Diretor Municipal da Cultura - CMC


Vanessa Rodrigues, Diretora Departamento Museus e Auditórios


Sargento-ajudante Pedro Pereira, na Trompa e na apresentação das obras em concerto


Trompete Sargento-ajudante Tiago Alves; Trompa, Sargento-ajudante Pedro Pereira


Tuba, Cabo Elmano Pereira


Trombone, 1º Sargento Pedro Silva; Trompete, Cabo Pedro Almeida


Quinteto de Metais da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana

COCKTAIL DE CELEBRAÇÃO DO 
3º ANIVERSÁRIO
ACADEMIA DE ARTES DO ESTORIL


Isabel Nogueira e Vanessa Rodrigues


Vanessa Rodrigues, João Anibal Henriques e Patrícia Correia


Isabel Nogueira, Vanessa Rodrigues, Adriana Leal, Patrícia Correia e Carmen Pereira


Isabel Nogueira


ACADEMIA DE ARTES DO ESTORIL 

CELEBRA 3º ANIVERSÁRIO 

Com CONCERTO do 

QUINTETO DE METAIS da BANDA SINFÓNICA DA GNR

No AUDITÓRIO CARLOS AVILEZ



Um concerto do Quinteto de Metais da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana (GNR), assinalou o 3º ANIVERSÁRIO da ACADEMIA DE ARTES DO ESTORIL, que se realizou, às 18h00 de quarta-feira, 28 de Janeiro de 2026, no Auditório Carlos Avilez. 

A atuação desta formação musical da GNR, constituída por dois trompetes, uma trompa, um trombone e uma tuba, apresentou um repertório com obras originais, de reconhecidos compositores, de diversos tipos musicais.

A Academia de Artes do Estoril, o icónico Edifício Cruzeiro abriu ao publico no dia 23 de Janeiro de 2023, como polo cultural dedicado às artes performativas como o teatro, o cinema, a música e a dança.
Mantida a histórica fachada desenhada pelo arquiteto Filipe Nobre de Figueiredo em 1947, o interior foi totalmente remodelado, resultando em diferentes espaços dedicados à área educativa e cultural. E a Casa da Escola Profissional de Teatro de Cascais, do Conservatório de Música de Cascais e da Companhia Paulo Ribeiro.

O INParties recolheu as declarações de João Anibal Henriques, que é o Diretor Municipal da Cultura e trineto de José Jorge de Andrade Torresão, que foi para Cascais em 1870, com o Rei D. Luís e que um dia sonhou com o Estoril e concretizou o Estoril. Foi ele o fundador do Estoril e aqui neste sitio, que é o Cruzeiro, era a Quinta que ele designou como Cruzeiro, precisamente porque aqui, se cruzavam as duas águas, que fertilizavam os terrenos, onde se produziam os alimentos, que fizeram nascer Cascais. 
O Rei D. Luís veio para Cascais em 1870 e instalou a corte em Cascais, para aquilo que nós chamamos o veraneio, porque não era veraneio. Porque eles vinham no Outono, porque o verão de Cascais é terrível, pois temos uma coisa chamada nortada, que é o vento e é impossível. Então eles passavam o verão em Sintra, e depois no final de Setembro, vinham comemorar o aniversário do Rei, para o Palácio Real da Cidadela de Cascais. E o meu trisavô, no primeiro ano, porque era amigo do Rei Dom Luís, veio como convidado e ficou deslumbrado com esta paisagem, adquiriu as terras aos Duques de Palmela, a maior parte delas aos Duques de Palmela, e literalmente sonhou o Estoril que hoje temos. Que se concretizou em duas fazes, primeiro no Monte Estoril, porque a casa dele, era onde está hoje o Hotel InterContinental, chamava-se Chalet da Serra, embora estivesse construído na primeira linha de água, portanto, com o mar a bater-lhe nas costas, depois, passou por muitas mãos, conhecida na história, por Chalet Barahona, porque houve uma família Barahona, muito importante de Lisboa, da aristocracia de Lisboa, que vem e se instala. Compraram a casa do meu avô, que entretanto morreu, enquanto Presidente da Câmara de Cascais, com um ataque cardíaco em plena sessão. Foi o único Presidente, que morreu em exercício de funções. Depois a minha trisavó viúva dele, vendeu estes terrenos todos a um senhor chamado Carlos Anjos. E é o Carlos Anjos, cujo nome está no jardim que nós chamamos dos passarinhos, que se chama Jardim Carlos Anjos, efectivamente, foi ele que concretizou aquilo que o meu trisavô sonhou, até chegarmos a hoje. 
Em 1908 assassinam o Rei D.Carlos e o Príncipe Real e instauram em 1910 a República e a República criou um Portugal completamente novo. A urbanização do Monte Estoril vinha até aqui ao sítio onde estamos, e tudo isto para nascente eram terrenos vazios, eram as termas antigas do Viana, e vem nessa altura um homem completamente novo, completamente alternativo, chamado Fausto Figueiredo que tem o segundo sonho do Estoril, que era um Estoril muito ligado às finanças, ao homem que não tem apelido, mas que tem muito dinheiro e é o Portugal moderno que está transfigurado nestas casas. 
Há um pormenor delicioso que as pessoas não notam quando andam aqui, porque muitas vezes nós olhamos mas não vemos, que é nós vamos ao Monte Estoril e as casas do Séc. XIX e até 1910, tem muros altíssimos, têm umas grandes florestas, um jardins quase opulentos, que tapam as casas, porque as pessoas construíram essas casas e que lá viviam, eram gente com nome muito reconhecido, com sangue azul, uma série de famílias ligadas muito à Corte. Ora o que é que acontece, eram pessoas suficientemente conhecidas, não precisavam de fama. Portanto, vinham para aqui de facto para descansar e criam a privacidade através destes muros altos. Quando chegamos ao Estoril do Fausto Figueiredo, deste lado, o que é que acontece, era gente que tinha muito mais dinheiro, do que os da nobreza, mas ninguém sabia quem eles eram. Eram empreendedores, gente nova e o que é que fizeram? Fizeram casas que ainda hoje são visíveis, enormes, lotes muito grandes, casas extraordinárias, construídas à beirinha da estrada, e com muros muito baixinhos, para quê? Para quem assava na rua, dizer uau, de quem é esta casa? E dizerem, esta casa é da pessoa X, que é banqueiro, ou que é engenheiro, que é um grande financeiro, mas que ninguém sabia quem ele era. Eles construíram o Portugal moderno, a sociedade do Portugal moderno, nesta arquitetura de cenário dos Estoris, que um dia, o meu trisavô sonhou. 

O concerto teve a duração de sessenta minutos e no final foi servido um cocktail de celebração, do 3º aniversário da Academia das Artes do Estoril. Uma organização da Câmara Municipal de Cascais.




















 

domingo, 25 de janeiro de 2026

Rui Castilho de Luna | Conferência Rainha Dona Amélia e a Música | Academia Portuguesa de Ex-Libris em Lisboa


Rui Castilho de Luna - Investigador musical, Barítono, pianista e Compositor 


José Colaço, vice-Presidente da Direção da APEL; Ana Cristina Martins, Presidente da APEL e Rui Castilho de Luna


Título do livro de Rui Castilho de Luna, que deu origem à Conferência Raínha Dona Amélia e a Música

Alguns dos slides que documentaram a Conferência Raínha Dona Amélia e a Música


Casamento da Rainha Dona Amélia


Casamento da Rainha Dona Amélia





Aguarela de Alfredo Keil que inspirou a capa de um livro de Alexandre Rey-Colaço e oferecida à rainha D. Amélia


A Rainha Dona Amélia recebeu de presentes de casamento dois pianos de cauda 




















Luís Barata


Isabel Nogueira e Rui de Luna 


Isabel Nogueira


Marcaram presença alguns dos sócios da APEL


Isabel Nogueira


José Colaço, Rui Castilho de Luna e Ana Cristina Martins


À entrada da da Academia Portuguesa de Ex-Libris 


SALA DA IGREJA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO 
Mostra “ A ARTE DO EX-LIBRIS entre REALEZAS e a MÚSICA CELESTIAL”
Que antecedeu a Conferência “A SUA MAGESTADE, A RAÍNHA D. AMÉLIA DE PORTUGAL” UM RARO ACERVO MUSICAL” por RUI CASTILHO DE LUNA



Segismundo Pinto, Presidente da Assembleia Geral da APEL, Ana Cristina Martins e José Colaço


Ana Cristina Martins, discurso de abertura da sessão mensal dedicada à Música e a Apresentação de uma Mostra ex-libristica prelúdio do tema da Conferência que se seguiu,  na qual existe uma ligação entre a musica e a Rainha Dona Amélia 


Discurso de Apresentação da mostra "A ARTE DO EX-LIBRIS entre REALEZAS e a MUSICA CELESTIAL"


António Mattos e Silva junto a uma das suas obras, as Armas Reais dos Duques de Coimbra


Exposição “A ARTE  DO EX-LIBRIS entre as REALEZAS e a MÚSICA CELESTIAL” organizada por Vitor Escudero, da Academia Nacional de Belas Artes



Apresentada e contextualizada por Segismundo Pinto


Paulo Estrela observa através da lupa gigante um dos ex-libris musicais




















Vitrine de Ex-Libris ligados à música


Vitrine de Ex-Libris ligados às Realezas


Telma Afonso, Ana Varelas, Ana Aurora Colaço, Ana Cristina Martins, Milão Neves da Silva, Ana Paula Neves da Silva, Madalena Jordão


Isabel Nogueira



Conferência 
RAINHA DONA AMÉLIA E A MÚSICA

Por RUI CASTILHO DE LUNA

Na ACADEMIA PORTUGUESA DE EX-LIBRIS em Lisboa


RUI CASTILHO DE LUNA foi o brilhante orador, da Conferência RAINHA DONA AMÉLIA E A MÚSICA, que decorreu no sábado 24 de Janeiro de 2026, pelas 16h00, na ACADEMIA PORTUGUESA DE EX-LIBRIS em Lisboa.

Foi uma tarde dedicada à musica e à Rainha Dona Amélia (1865-1951), que teve inicio pelas 15h00, numa sala da Igreja do Santíssimo Sacramento, ao Chiado, adjacente à APEL, com a mostra “A ARTE DO EX-LIBRIS entre realezas e a MÚSICA CELESTIAL”, organizada por Vitor Escudeiro, da Academia Nacional de Belas Artes, apresentada e contextualizada por Segismundo Pinto.

A conferência, baseada num trabalho de investigação musical e que resultou no livro de Rui Castilho de Luna, “A SUA MAGESTADE A RAINHA D. AMÉLIA DE PORTUGAL - UM RARO ACERVO MUSICAL”, foi complementada com a projeção de slides, que documentaram toda a sua oratória.

Ao INParties, Rui Castilho de Luna declarou: Esta ideia surgiu de um convite, da anterior Diretora do Paço Ducal de Vila Viçosa, Drª Maria de Jesus Monge, que é a atual Diretora do Museu Nacional de Arte Antiga, para eu fazer a investigação sobre o acervo musical, que existia sobre a Rainha Dona Amélia. Eu comecei a investigar, sendo que à partida existia muito pouca matéria, só que Vila Viçosa tem esta qualidade extraordinária em termos de arquivos, ter uma informação, uma documentação fabulosa, e aí começou toda esta aventura dos documentos, que iam aparecendo e que iam reforçando todas as perguntas, que naturalmente eu ia fazendo, sobre a questão musical, em torno da Rainha Dona Amélia. Já havia matéria suficiente para se publicar, eu nunca tinha publicado nada na vida, e foi a primeira publicação que se fez sobre este acervo. Que trouxemos à luz todo este património musical, que cercava a Rainha D. Amélia, que era o seu entorno, digamos. Uma coisa interessante é que este acervo musical, fazia parte do seu espólio privado e estava no seu quarto, na sala de musica privada da Rainha que foi encaixotada em 1910 e portanto, só eu é que tive a sorte de poder mexer, numa quantidade de documentação, desde calendários, livros de temperaturas, as agendas privadas, cadernos, correspondência e tive este privilegio de ter poder ter acesso a esta documentação privilegiadíssima. O livro saiu há dez anos, fez um périplo muito interessante porque foi apresentado na Universidade de Coimbra, na Biblioteca Joanina, e depois foi ao Museu Soares dos Reis, em Vila Viçosa, ao Palácio das Necessidades e é o primeiro livro da coleção de livros de muitas cosas que esgota. A primeira edição esgotou, já vamos na segunda e portanto é muito bom para quem faz a investigação, ter bom eco do outro lado. A Raínha dona Amelia, para além de tocar piano e compor musica, era uma grande melómana. Era apaixonada por musica e todos os dias tocavam, havia música. Todos os dias havia saraus, para além disso ela ia a concertos, à opera, portanto a musica fazia parte do seu dia a dia. E foi a música que fez com que ela aguentasse toda a vida dificílima que teve. Ela estava constantemente, com batalhas atras de batalhas, em termos políticos, em termos familiares, em termos sociais. Toda a obra que ela fez em termos sociais que é importantíssima. Que eu acho o que fica das pessoas é a obra que conseguem realizar. Não é o que dizem, é o que faz. E o legado da Rainha Dona Amélia, que a maior parte das pessoas desconhecem. Ainda há uma série de instituições que se mantêm, como os Socorros a Náufragos, alguns Sanatórios, a Associação do Tuberculosos, tudo isso ainda funciona. Mas é tudo legado da Rainha Dona Amélia, de uma obra imensa, Museu dos Coche, Museu de São Roque, os restauros, dos monumentos, dos Jerónimos, da Sé Velha de Coimbra. Por exemplo, o inicio das escavações de Conimbriga, quando alerta a Universidade que era muito importante, que há ali um campo arqueológico, e pedem o patrocínio e ela concede imediatamente. A proteção aos pintores, aos músicos, as bolsas de estudo, é um trabalho fantástico, e que tem que vir a lume. Agora imagine isto tudo ano mundo de homens muito difíceis, digamos quase reacionários, para o tempo, que eram muito conformados , ou seja, cristalizados. E ter uma mulher com uma visão extraordinária da vida de sociedade, da evolução da própria população e também a nível científico e cultural, com uma visão muito moderna, , portanto é muito difícil abrir novos caminhos em Portugal em 1880, 90. Se hoje, é o que é, ainda para mais uma mulher impor-se desta forma, junto da comunidade científica, musical, literária, política, ela tinha constantemente uma hoste de homens contra ela. Isto tudo è feito a pulso e por amor a Portugal, num país que ela abraçou,  e que depois a expulsou, matando-lhe o marido, matando-lhe o filho, em quem ela tinha depositado toda uma educação rigorosíssima. Porque ela dizia sempre, não pode haver bons governantes, se não houver uma educação de excelência e portanto para ser um bom Rei, tem que ter uma educação rigorosíssima. Escolheu os melhores professores a nível internacional e nacional, para que os seus filhos tivessem a melhor preparação possível. E com uma visão modernista, e democrática, humanista no fundo. Eu acho que a Rainha Dona Amélia era uma grande humanista. Uma mulher naquela época, quando ainda não tínhamos as sufragistas, em que a mulher nem sequer tinha direito de voto, nem de coisa nenhuma, era um objecto decorativo, praticamente, em termos sociais, ter uma Rainha que consegue fazer a obra que ela fez e cuidar dos mais desfavorecidos que não ficam na história, Uma mulher, que se atirou ao mar. para salvar um pescador, não sei quem é que fará isso? Poucos.

A conferência teve uma duração de 90 minutos e o evento terminou com um 'Porto de Honra'.









 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

CASINO ESTORIL | RÉVEILLON 2026 | FERNANDO PEREIRA & THE NEW AGE BAND | SALÃO PRETO E PRATA


FERNANDO PEREIRA & THE NEW AGE BAND


Fernando Pereira


Fernando Pereira e a soprano polaca Patrycja Gabrel


Celebra-se a meia-noite e a entrada em 2026


Sofia e Paulo Bertão


Isabel Nogueira
Dress: Alberta Ferretti
Espace Cannelle Cascais


Nuno Costa e Carla Trafaria


Gilda Paredes Alves


Maria José Galvão de Sousa e Humberto Leal


Luís Perestrelo e Lili Caneças


Carlos Fonseca Ferreira e Isabel Nogueira 


Tanja e Martin Edelhoff


Lili Caneças e Maurício Busa


Flávio Carmelo e Virginia Carvalho


Varia Titova e Dinís Rodrigues


Aileen Liao e Filomena Saboia


Janine Rangel, Manuela Filipe e Filomena Justino


Bibá Pitta, Madalena e Fernando Gouveia


Ana Bela César e Rui Pedrosa


Inês Gao, Luís Perestrelo e Lili Caneças


Christian e Isabel Glauzy, Hélder Fráguas e Pascale Amiot


Tanja e Martin Edelhoff, Gilda Paredes Alves e Maurício Busa


Gilda Paredes Alves, Miguel Polignac de Barros, Tanja e Martin Edelhoff, Maria Cândida Oliveira, Virgílio Seco, Tereza Pinto Coelho e Cristina Tavares da Costa

SALÃO PRETO E PRATA





Miu Fong Leng e Choi Man Hin


Mesa 9


Carla Trafaria e Nuno Costa


Isabel Nogueira e Carlos Fonseca Ferreira


Maria José Galvão de Sousa e Humberto Leal


Conceição Brito e António Marques


António Amado e Paulo Faustino


Isabel Nogueira

MENU

AMUSE BOUCHE


Caranguejo do Alasca em Beterraba


Entrada


Lavagante com Ravioli de Couve-flor e Caviar de Arenque

PEIXE


Pargo com Puré de Aipo Fumado


CARNE



Black Angus com Molho Madeira e Batata Fondant

SOBREMESA


Pavlova de Frutos Vermelhos

ANIMAÇÃO MUSICAL e Performances CIRCENSES


























Isabel Nogueira - Brinde com Champagne Laurent Perrier "La Cuvée" Brut


Isabel Nogueira, Martin e Tanja Edelhoff, Lili Caneças e Luís Perestrelo


Carlos Fonseca Ferreira, Isabel Nogueira, Carla Trafaria e Nuno Costa


Alexandra Vasconcelos e Conceição Ferrão


Bibá Pitta, Carlos Fonseca Ferreira, Maria José Galvão de Sousa, Humberto Leal


Carlos Fonseca Ferreira, Maria José Galvão de Sousa, Humberto Leal, Bibá Pitta, Alexandra Vasconcelos


Maria José Galvão de Sousa, Humberto Leal, Tereza Pinto Coelho e Virgílio Seco


Fernando Pereira 


The Glamour Light Orchestra





DJ Jade


Conceição Ferrão e Fernando Pereira


Carlos Fonseca Ferreira, Isabel Nogueira, Lili Caneças e Luís Perestrelo
Créditos: Ana Bela César


O Fogo de Artifício que assinalou a meia-noite e a entrada em 2026


 
FERNANDO PEREIRA & THE NEW AGE BAND

CELEBRAM O MAGNÍFICO

RÉVEILLON 2026

NO SALÃO PRETO E PRATA DO CASINO ESTORIL



Fernando Pereira & The New Age Band foram os grandes protagonistas do Réveillon 2026 do Salão Preto e Prata do Casino Estoril. O “Senhor das Vozes” esteve em destaque num programa especialmente concebido para dar as boas-vindas a 2026. Piano Clássico & Glamour Singers, Laboratório, DJ Jade e The Glamour Light Orchestra foram outras atracções que garantiram o ambiente festivo de Passagem de Ano até de madrugada. 

 

Fernando Pereira apresentou um espectáculo único e muito divertido, numa genuína festa de música, animação e glamour. Com um espectáculo, romântico, elegante e também muitíssimo animado, com as melhores canções  do seu percurso musical, em mais de 40 anos de excelência, ao serviço da cultura, do entretenimento e da surpreendente magia das vozes. 

 

Um grande senhor dos palcos nacionais, de carreira internacional, que mantém até hoje um lugar absolutamente incontornável na memória e no coração de todos os portugueses. Acompanhado pela sua New Age Band, um grupo composto por excelentes músicos, cantoras, bailarinas e VJ, uma fantástica produção audiovisual e a participação da conhecida soprano polaca Patrycja Gabrel, que protagonizou em palco, belíssimos momentos do grandioso espetáculo de réveillon. 

 

O evento teve início pelas 20h00, no all Principal repleto de animação, onde foi servido um welcome cocktail.

As portas do Salão Preto e Porta abriram-se pelas 20h30, para o jantar e um programa de animação que teve inicio 15 minutos depois e prolongou até de madrugada. Contou com a animação de Piano Clássico & Glamour Singers, performances circenses, Laboratório e DJ Jade. 

Fernando Pereira & The New Age Band subiram ao palco pelas 22h45, e foram protagonistas de um espectáculo repleto de animação, que culminou com a celebração da meia-noite. 

Já em 2026, após o espectáculo de Fernando Pereira, a festa prosseguiu com The Glamour Light Orchestra e DJ Jade.


Entretanto à 01h45 foi servida uma ceia, no foyer panorâmico, do Casino Estoril.