quinta-feira, 6 de agosto de 2020

ARRIBA - Piscina - Guincho - Verão 2020






 

ARRIBA
Piscina oceânica


Hoje quinta-feira 6 de Agosto 2020, passei a tarde na piscina oceânica ARRIBA - Casa do Marquês, localizada junto ao Forte  da Cresmina, na Estrada do Guincho, em Cascais.

Renovada e em funcionamento desde meados de Julho 2020, esta fabulosa piscina de água salgada, é uma excelente opção, para quem quiser desfrutar dos dias de Verão, em mergulhos, apanhar banhos de sol, almoçar ou beber uma bebida, num lugar aprazível em frente ao Oceano Atlântico.

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Julho 2020 - O despontar de uma Nova Era

 JANTAR NO MANDARIM






 JANTAR NO ZENO





 JANTAR NA FORTALEZA DO GUINCHO


Mantive as selfies do meu contentamento
Privilegiei sempre estar em espaços ao ar livre


Julho 2020

O despontar de uma Nova Era 

O Mundo mudou.
Lentamente, todos nos estamos a tentar adaptar a uma Nova Era, que em nada se assemelha aquela que conhecemos, até à Declaração de Pandemia Coronavirus / Covid-19, pela OMS em Março de 2020.

Durante cerca de 3 meses,  vimos Portugal e o Mundo parar e entrar em confinamento. 
Em Março 2020, Portugal declarou o Estado de Emergência e de Confinamento.
Seguiram-se diversas fases de desconfinamento.
Todos nós, estamos a aprender a viver em segurança, até que surja a cura para o mal, que assola o mundo e que deu origem ao caos mundial, no início da década 20 do século XXI, a Pandemia Covid-19.

O INParties foi criado há 12 anos, com o objectivo lúdico, de vos mostrarr o lado bonito e festivo da vida social portuguesa, onde eu já me movia há uns bons anos.

Esta viagem pelo mundo das festas, tem sido particularmente gratificante e eu estou-vos agradecida, pela vossa lealdade e bonomia.

Não há mais festas como as que conhecíamos AC (antes do Covid-19) 
Existe uma pandemia activa. 
De forma responsável, todos estamos a aprender a viver, num mundo com uso obrigatório de máscaras de protecção, distanciamento físico (social),  higienização obrigatória das mãos com álcool-gel, das superfícies e espaços públicos, nunca antes visto.

Nesta tentativa de normalidade, evitando sempre ajuntamentos, os meus tempos livres em Julho 2020, foram ocupados, próximo da minha área de residência.  Prvilegiando sempre as saídas para os espaços ao ar livre. 

Mas também aceitei convites, para Jantar em Restaurantes com o Selo CLEAN AND SAFE, onde são cumpridas todas as medidas de higiene e segurança, recomendadas pelo Governo.

Estreei-me com um jantar na esplanada do MANDARIM - absolutamente fabuloso.
Seguiu-se um jantar que trazia brinde, o surpreendente concerto de Rogério Gil no ZENO. De lá, saí com o livro de poemas "O Momento Certo", presente da autora Cristina Fernandes.
Ainda fui à FORTALEZA DO GUINCHO, com a finalidade de conhecer o novo SPOT, mas a nortada que se fazia sentir, inviabilizou a minha pretensão e levou-me a optar por jantar com a carta do SPOT, no bar do hotel, com vista mar e assistir a um pôr-do-sol mágico.  

terça-feira, 30 de junho de 2020

HOTEL CASCAIS MIRAGEM HEALTH & SPA - RENTRÉE JUNHO 2020

 Isabel Nogueira



 Isabel Nogueira
 Uma refeição a meio da tarde




FAÇA FÉRIAS NO HOTEL CASCAIS MIRAGEM

"VÁ PARA FORA CÁ DENTRO"

O luxuoso Hotel Cascais Miragem Health & Spa, já está de portas abertas, desde o passado dia 18. Foi distinguido com o selo de garantia "Clean & Safe" do Turismo de Portugal. Segue todas as recomendações e medidas de higiene e segurança, indicadas pelo Governo e pela DGS. 

Hoje, dia mundial das redes sociais, decidi regressar ao Hotel Cascais Miragem, lugar, onde sou feliz, para desfrutar de uma aprazível tarde de verão, na piscina infinita deste belíssimo 5 estrelas, localizado em frente ao Oceano Atlântico, com uma deslumbrante vista panorâmica - Estoril, Baía de Cascais e a Vila de Cascais.

Todo o tempo que estive no Hotel Cascais Miragem, a sensação envolvente foi sempre de conforto e segurança. O serviço naturalmente de excelência, faz dele, um dos destinos turísticos mais desejados, para todos quantos pretendam fazer FÉRIAS DE VERÃO EM PORTUGAL. 

Recomendo vivamente!

terça-feira, 9 de junho de 2020

"EGOÍSTA - 20" - Março 2020



VALEU 
PENA
?


Um dia, algo distante, tive a incauta tentação de editar um "Jornal de Boas Notícias".
Arrojada façanha essa, logo gorada por uma fatídico estudo económico que me ditava o ónus de uma exígua circulação por carência de leirores interessados, bem mais ávidos de penumbras notíciosas...
Penumbras que nos reconduzem a um perímetro semântico circunscrito a desgraças, cataclísmos, corrupções, barbáries, qual condimento maléfico de uma existência temperadaem fel...
Será essa, talvez, a natureza humana...
Ou talvez a morbidez seja sinónimo de ingenuidade: algo diferente seria a nossa visão do mundo, se o mal não fosse exercitado sob a aparência do bem.
Ainda que essa benemerente aparência surja travestida em dever notícioso, alimentada em guetos de tribalização informativa, exacerbando opiniões, ignorando factos, sepultando a verdade no cemitério da ética.
Assim nos deixamos submergir em vórtices de desesperança, subjugados à crueza do que lemos, vivemos e ouvimos, inábeis no descortinar entre a veracidade dos factos e a mentira das "fake news".
Pois quanto maior for a calúnia e insidiosa a intriga, mais se nos aguça a memória em apetência de acreditar!
Eis, porém, qual "Grito de Ipiranga", que esta edição da Egoísta se dedica a cultivar uma outra visão de um mundo que, ao longo das duas últimas décadas, também nos trouxe boas notícias.
E porque nos chamamos "Egoísta", façamos jus à presunção desse subjectivismo, para celebrar, como boa notícia, os vinte anos de publicação de uma Revista que abriu, no panorama editorial português, um farol de luminosaexaltação literária, artística e cultural.
Qunato a esse globo que habitamos, não há que branquearas dramáticas vicissitudes vividas e sofridas ao londo destas duas décadas. Mas tal não invalida o ânimo de as sopesar na percepção de que notáveis progressos nos transportaram, em 2020, a uma vida bem melhor que a desfrutada no dealbar deste século.
Não me cabe no âmbito deste editorial, a exaustiva enunciação de relevantes conquistas da Humanidade nos últimos vinte anos: essa é missão que compete aos ilustres articulistas convidados a consubstanciar o auspicoso tema desta edição.
Mas sempre diria que no campo da investigação cientifica, designadamente na evolução da medicina, no exponencial crescimento da esperança de vida, na tecnologia digital, nos avanços da robotização, no desenvolvimento da inteligência artificial, no prodígio de multi+las revelações astronómicas, vivemos, uma nova era de dádivas à Humanidade.
A própria globalização, mal-grado os pretensos reflexos nocívos que é uso atribuir-lhe, teve um efeito decisivo na redução da fome e da pobreza nos países subdesenvolvidos, mitigando - moderadamente, embora - abissais diferenças que persistem em divorciar povos e países.
E sendo certo que ciclópicos desafios nos aguardam para salvar a salubridade deste planeta, igualmente se impõe reconhecer que, especialmente nesta última década, emergio uma generalizada conscientização quanto ao imperativo da prevenção ecológica, do combate às alterações climáticas, dos progressos na descarbonização, do control à denominada era do plástico", do apelo às preocupações ambientais, cujos progressos, embora escassos, mais enfatizam a dimensão das drásticas medidas a enfrentar  no árduo percurso que ainda falta trilhar.
São estes os sinais dos tempos: duas décadas de vitórias científicas, de significativos benefícios humanísticos, de um tardio - mas exegético - despertar para a preservação  do mundo em que vivemos...
No cômputo final, um saldo positivo!
Mas saberemos nós convolar esses créditos do presente em cenários de um futuro que nos isente de outros penosos débitos?
Saberemos nós, nessa urgência de progresso, nessa ânsia de viver, respeitar as razões da vida, cultivar os valores éticos que são matriz da Humanidade?
Sei que um conselho é sempre uma confissão: e, sem estatuto para dar conselhos, eu me confesso na ignorância de avaliar quais os limites alcançáveis pela ciência do futuro e quais os abismos com que nos deparamos face ao primado da dignidade humana.
Nesses abismos mergulham as minhas dúvidas...
Dúvidas que mais se agudizam no contemplar dos avanços da Digitalização, da Inteligência Artificial, da Robotização.
Dúvidas que me assaltam na materialidade das relações económicas, dos riscos da disrupção social; dúvidas que declinam em medos no afrontamento à espiritualidade de valores éticos, de ditames ontológicos, em risco de fragmentação. 
Pois não há espaço nem tempo para quimeras: não podemos alhear-nos de que, nas próximas décadas, se aproximam progressos tecnológicos, que, na ausência de uma cautelar prudência, poderiam confrontar-se com fundamentais princípios inerentes à nossa visão da Humanidade.
Sobretudo neste nosso mundo que tende a alargar-se em vizinhança e reduzir se em irmandade!
Vizinhança não raro incómoda se resvalar em devassa...
Seria esse possívelmente, o preço de um irreparável descuido na generalização do SG se, por tal via, se invadissem invioláveis redutos da privacidade humana.
Seria esse, também, o custo social de uma desmesuradarobotização, conduzindo ao desemprego em massa: sem uma prudente gradação, sem a contemplação de limites, aos seus excessos, sem o respeito à matriz do Estado Socaial, poderia abrir-se um inexorável ciclo que jamais se sipriria face ao nível socioeconómico de um gigantesco extracto da população faixa etária e inabilitação de aprendizagem se alastraria a todo o mundo, com especial incidência nos países subdesenvolvidos.
Seria esse, finalmente, o ónus do nosso descanso na urgência em preencher o vácuo normativo que obsta ao julgamento da responsabilização face ao erro da máquina, da culpa no irreparável dano de uma falível automação do artefacto.
Haverá culpa? Haverá responsabilização? E, porque tem de a haver, a quem deverá ser imputada? Ao criador da máquina?
Ao programador que lhe deu a capacidade de decidir? Ao proprietário que não soube medir os limites da sua utilização?
Mas, nesse turbilhão de receios, nesse remoinho de inquietações uma interrogação ressalta quanto ao futuro da Intiligência Artifícial: qual o destino do Homem na essencialidade dos valores éticos e morais que o definem enquanto Ser pensante, criador e criatura de sentimentos e emoções na intangibilidade da Alma?
Esse o desafio da Bioética e das Neurociências; um desafio de esperança que nos impõe a conteção da Inteligência Artificial nos estritos limites da lógica e do racional.
Exorcizemos, pois, os pesadelos dessa "Caixa de Pandora": porque se ultrapassada fosse essa barreira, se inventado fosse o transplante da Inteligência Emocional para um artefacto, nem sequer restariaao Homem um débil sentimento de propósito, nem sobraria para a Humanidademais que o ócio de vegetar em servil deificação de um algorítmo.
Mas sejamos justos: duas décadas volvidas, é tempo de saudar a conquista de um saldo amplamente positivo nesse controverso cômputo entre boas e más notícias!
Talvez porque a ambição tecnológica tenha aprendido a assumir os seus própios limites.
Ou talvez porque esses limites sejam o horizonte da dignidade humana: um horizonte que tanto mais recua quanto a ambição de progresso para ele avança!
Porém, a ambição, na ânsia de suprir anseios do presente, tende a esquecer tentações que o futuro lhe reserve.
Como se fora uma fome, voraz no seu apetite...
Pois que, no Homem, a ambição tanto pode voar, como rastejar.
Se voar, rumo a um responsável progresso da ciência, é a vitória da sabedoria, a exaltação do sonho, a sublimação da dádiva em prol da Humanidade.
Se rastejar, rumo à irresponsabilidade dos fins, é a frivolidade exibida, a derrota mascarada, a vaidade enaltecida.
Só que a vaidade não sobrevive ao Homem e morre precocemente.
Resta-lhe o epitáfio , qual derradeira vaidade!

Editorial de Mário Assis Ferreira 

A revista “Egoísta” está à venda no Clube IN do Casino Estoril e do Casino Lisboa. A “Egoísta” tem, ainda, uma campanha de assinaturas e está disponível em www.egoista.pt 

sábado, 23 de maio de 2020

DESCONFINAMENTO IN

 Isabel Nogueira
 Marionela Gusmão e Thereza Lobo
 Isabel Nogueira, Marionela Gusmão e Thereza Lobo
 Isabel Nogueira
O MAR - Sempre o MAR que nos impele a sair...


CHÁ DE AMIGAS EM CASCAIS  

Após 70 dias de Confinamento, na Quinta-feira 21 de Maio 2020, dia em que se celebrou  a Ascenção de Jesus ao céu, foi a data por mim escolhida, para dar inicio ao meu DESCONFINAMENTO, com uma saída para um CHÁ DE AMIGAS EM CASCAIS, com Marionela Gusmão e Thereza Lobo, a dupla MODA & MODA, na esplanada do Hotel Albatroz em Cascais.

O convite partiu da minha amiga Marionela Gusmão, directora, fundadora da MODA & MODA, revista de moda mensal, que fará em Junho 36 anos; que viria a Cascais, com a amiga e colaboradora da revista, para assuntos internacionais, há 35 anos, Thereza Lobo. Convite por mim prontamente aceite.

O chá seria sobre o mar e na véspera marquei mesa para 3, para as 16h30, na esplanada do hotel, onde são cumpridas  todas as regras de higiene e segurança regulamentadas pelo governo, para a reabertura do restaurante e esplanada, no contexto da Pandemia Covid-19.

Era também o Dia da Espiga. 
Encantada, recebi de presente, das mãos da minha amiga Marionela, o meu primeiro ramo de espigas de vários cereais, raminhos de oliveira e flores campestres, que mais tarde colocaria por trás da porta da entrada, como manda a tradição.

Inicialmente a esplanada era só nossa, mais tarde, apenas mais uma mesa para 2, foi ocupada.
Estavamos à vontade, com o mar como testemunha e a conversa de tão agradável, fluiu com naturalidade. Quando demos conta, eram 19h30. Tempo de regressar a casa, com a promessa que em breve, nos voltariamos a reunir num convívio salutar. 


sexta-feira, 22 de maio de 2020

OS DIAS DO MEU CONFINAMENTO - 70

Preparada para iníciar a fase de desconfinamento
OS DIAS DO MEU CONFINAMENTO

 O último chá no terraço, dos dias do meu confinamento


 Jantar no terraço à luz das velas


 Pequeno almoço no terraço

 Aos 60 dias de Confinamento o almoço no terraço foi regado a SEXY SPARKLING


 O almoço no terraço em amarelo

 Um dos chás no terraço


  


CONFINAMENTO IN

Desde quer criei o INParties, em Fevereiro 2008, cada post é assinado com as minhas inicíais - IN. Hoje revelo-vos os dias do meu confinamento, devido à Pandemia Covid-19. Foram 70 dias. Decorreram entre os dias 12 de Março (incluído), a 20 de Maio 2020 (incluído).

No dia 12 de Março 2020, decidi-me pelo isolamento social, mesmo antes de ser decretado o Estado de Emergência em Portugal, que só teria início em 18 de Março.
As portas e os portões de casa fecharam-se ao exterior e só se abriam aos raides semanais, que eu fazia ao supermercado, farmácia ou ao banco, devidamente protegida, de máscara, luvas e calçado destinado apenas a essas saídas.

O primeiro mês ocupei-o em grande parte, dentro de portas. As manhãs eram dedicada às lides domésticas e a preparar as refeições. Mas todas as tardes, eu tirava um tempo precisoso para mim. Sempre que possível, apanhava sol. Ouvia música, leitura, conversava com amigos e familiares, via Whatsapp, telemóvel ou por vioconferência. Virtualmente visitei os melhores museus do mundo, vi ópera, bailado, assisti a concertos online, exposições e vi alguns filmes.  

Ao segundo mês, a primavera fez-se sentir em todo o seu esplendor. Pela manhã dedicava-me à jardinagem e somava vitamina D, com a exposição solar. Comecei com as selfies quase diárias, no 'solário' de casa, que de forma descontraída e divertida ilustram os meus estados de alma. Passei a tomar algumas das refeições no terraço e fazia-o de forma prazeirosa, ouvindo musica e degustando um bom tinto. Terminava a assistir a um concerto ou uma rave Live, como foi a de David Guetta em Miami - fantástica.

Na quarta-feira 20 de Maio, contei 70 dias de confinamento e dei por terminado o meu isolamento social. Já tinha planos para iniciar a fase de desconfinamento, no dia seguinte.