segunda-feira, 15 de julho de 2019

CASINO ESTORIL - Concerto do Coro Gulbenkian "VEM CANTAR MUSICAIS DA BROADWAY no Salão Preto e Prata

 Isabel Nogueira
"VEM CANTAR MUSICAIS DA BROADAY" com o Coro da Gulbenkian
 Coro Gulbenkian com a solista Clara Pinto e sob a direcção do Maestro Jorge Matta
 João Barradas no Acordeão, Óscar Graça ao Piano, Nelson Cascais no Contrabaixo, Bruno Pedroso na Bateria

Maestro Jorge Matta a puxar pela audiência

Concerto Coro Gulbenkian

"VEM CANTAR MUSICAIS DA BROADWAY" no Salão Preto e Prata


O Salão Preto e Prata do Casino Estoril, acolheu no passado domingo 14 de Julho o magnífico Concerto do Coro Gulbenkian, "VEM CANTAR MUSICAIS DA BROADWAY, sob a direcção do Maestro Jorge Matta.

O espectáculo "VEM CANTAR MUSICAIS DA BROADWAY", que literalmente nos convidou a cantar, com o Coro Gulbenkian, fez uma brilhante viagem, por alguns dos mais emblemáticos Musicais da Broadway, como "West Side Story", "Mary Poppins", "Sound of Music", "Evita", "Les Miserable", "Cats", "The Phantom of the Opera", "The Prince of Egypt", "Lion King", entre outros.

O Coro Gulbenkian, apresentou-se com um colectivo de 24 coralistas e foi acompanhado por João Barradas (acordeão), Óscar Graça (piano), Nelson Cascais (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).

domingo, 14 de julho de 2019

PALÁCIO CADAVAL - Vernissage MUDA de David Arranhado em Évora

Isabel Nogueira
Exposição de Pintura - MUDA
Diana de Cadaval - Duquesa de Cadaval e Anfitriã
Diana de Cadaval e David Arranhado (Artista plástico/pintor)
Os Príncipes Diana e Charles-Philippe d'Oléans
Claudine de Cadaval
David Arranhado, Diana e Charles-Philippe d'Orléans
Exposição de Pintura - MUDA






A decoração e arranjos florais by Carlos Pissarra
Caetana e São Pissarra
Príncipes Carlo Thurn und Taxis
Margarida Regêncio e Gustavo Allen
Pedro Marques e Caetana Pissarra
Jacqueline e Ricardo Pissarra
Alberto Miranda, Isabel Nogueira e Miguel Rodrigues
DeVibe animaram a vernissage e o jantar
Pedro Allué - O médico Argentino que faz a melhor Paella do mundo
Príncipe Charles-Philippe d'Orléans, Viktor Thurn und Taxis, Isabel Nogueira e Philippe Laborde



MUDA
Inauguração da Exposição de Pintura de David Arranhado no Palácio dos Duques de Cadaval em Évora



O Palácio Cadaval em Évora , abriu as suas portas, no passado sábado 13 de Julho, à Inauguração da Exposição de Pintura MUDA de David Arranhado.

MUDA é a quarta exposição, do talentoso artista plástico David Arranhado, nascido há 34 anos em Lisboa, formado em conservação e restauro de pintura mural na Fundação Ricardo Espírito Santo Silva (FRESS) e no instituto de artes e ofícios. Atravessou o Atlântico algumas vezes, para dar continuidade ao seu ofício em Minas Gerais e na Bahía, cidades brasileiras, onde se inspirou e influenciou a sua pintura

«MUDA, é o título da exposição, porque ela fala de uma transição de um lugar para outro, e também de uma adaptação novamente a novos ares, novas cores, novos lugares. Então a melhor forma de o fazer, é trazer um pouco do que tu viveste do outro lado e puderes partilhar isso com alguém, através de pinturas seria perfeito, através de uma série de pinturas, que formam essa transição melhor ainda. A obra chama-se travessar e é formada pelo conjunto das cinco grandes telas, que retratam essa mudança». David Arranhado para o INParties

Tal foi o sucesso da exposição, que em menos de uma hora, já estavam vendidas todas as telas. Haverá novos quadros a par e passo.

Patente até 13 de Setembro 2019.

sábado, 13 de julho de 2019

SILVESTRE FONSECA - SUNSET Concerto no Foyer do CASINO ESTORIL


SILVESTRE FONSECA
 Marion Kruse
 Marion Kruse, Dirk Cluckers e Janine Kruse
 A mália Philipp e Isabel Nogueira
 Dirk Cluckers e Janine Kruse
 Marion Kruse e Isabel Nogueira
 Dirk Cluckers, Janine Kruse, Marion Kruse e Isabel Nogueira
 Dirk Cluckers, Janine Kruse, Marion Kruse, Isabel Nogueira e Olga Sousa
 Conceição e António Vieira Coelho (Administrador Executivo da Estoril Sol)
 Miguel Rocha no Violoncelos juntou-se à banda que acompanha Silvestre Fonseca
 Depois juntou-se o cantor Mico da Câmara Pereira
 Depois a fadista Lia Gama,  encerrou com Filipe Lopes e Ad Lucem com Fado de Coimbra
A vista deslumbrante sobre o belo jardim do Casino Estoril e o mar

SILVESTRE FONSECA

SUNSET CONCERTO no FOYER do CASINO ESTORIL

O conceituado guitarrista português SILVESTRE FONSECA, concebeu um concerto ajantarado ao pôr-do-Sol, com amigos, e, esgotou o Foyer do Casino Estoril ontem, sexta-feira 12 de Julho entre as 20h00 e as 23h00.

Evento que teve iníciocom um cocktail de boas-vindas seguido de jantar buffet, com bacalhau com natas, receita de Silvestre Fonseca, num sunset com uma vista deslumbrante sobre o jardim e o mar, culminou com um belo concerto, onde se ouviu Bossa Nova, Boleros, algumas obras clássicas e Fado de Coimbra.

Lula Moreno no Violão; Miguel Rocha no Violoncelo, Sérgio Fiúza no Contrabaixo; Jeff Negreiros na Percussão; Tanja Simic - MezzoSoprano; Mico da Câmara Pereira; Lia Graça; Filipe Lopes; Ad Lucem, foram os músicos que participaram neste SUNSET com a Assinatura de SILVESTRE FONSECA.





quinta-feira, 11 de julho de 2019

EGOÍSTA - TROPICAL - Junho 2019



Natureza
Tropical

Há palavras que se autodefinem em conceitos; e há conceitos avessos à definição em palavras.
Esse, o caso de Tropical , enquanto conceito.
Pois que, a sua mera evocação logo suscita controversas deambulações entre a realidade é a imaginação, entre a verdade e o preconceito, entre a História e a contemporaneidade.
Menosprezado fica, em regra, a razão da sua remota origem: a palavra "trópicos" data de cerca de 200 anos A. C., quando os astrónomos descobriram que o fenómeno dos solstícios no Hemisfério Sul acontecia quando o Sol estava posicionado, no limite da latitude da perpendicularidade dos seus raios, sobre a constelação de Capricórnio, do mesmo passo que, no Hemisfério Norte, ele se posicionava na constelação Câncer.
E assim se viriam a baptizar como Trópicos de Câncer e de Capricórnio essas duas linhas imaginárias, demarcadas à mesma distância da linha do Equador, para a caracterização de tal fenómeno astronómico.
Essa a realidade científica que diferencia, no globo terrestre, a Zona Tropical, das zonas temperadas e glaciais.
Uma realidade cuja descoberta em muito se deve à intrépida saga marítima de um pequeno país, de seu nome Portugal.
Eram os idos do séc. XV e o mundo estava compartimentado em múltiplas civilizações, fechadas sobre si próprias e herméticas a contactos com o exterior.
Com a conquista de Ceuta, em 1415, e a passagem do Cabo Bojador, em 1434, Portugal viria a assumir o pioneirismo da Expansão europeia, precursora da hoje apelidada Globalização e génese dessa epopeia dos Descobrimentos que nos levaria a desvendar dois terços do nosso planeta.
E o mundo não voltaria a ser igual desde que as primeiras caravelas sulcaram os mares do Hemisfério Sul e derrubaram persistentes mitos.
Certo é que outras civilizações já haviam galgado os seus limites originais e alargado a sua influência , alcançando, até, configurações intercontinentais.
Tal havia ocorrido, ainda na Antiguidade, com o império de Alexandre, com o dos Romanos e, subsequentemente, com o califado e o império mongol, sendo historicamente documentado que, já no início do séc. XV, os juncos da dinastia Ming haviam chegado às costas da actual Tanzânia.
Todavia, nenhuma destas incursões havia persistido ou ultrapassado a transitoriedade de meras aventuras fugazes.
Só os Descobrimentos portugueses foram consequentes como via de expansão, materializando o sonho, reformulando a noção de distância, antecipando a História.
Chegámos para ficar: o Atlântico, que fora uma barreira até ao séc. XV, transformou-se no grande eixo das comunicações internacionais. E homens, amimais, plantas, costumes, ideias passaram a cruzar o mundo em todas as direcções.
Hábitos localizamos em áreas restritas do Globo foram-se generalizando, lenta mas irreversivelmente, tal como ocorreu, a título de mero exemplo, com o consumo do açúcar, da pimenta , da canela, do gengibre, do cravo, do tabaco, do café, do chocolate, do chá, do algodão, das porcelanas e, até, do uso das armas de fogo.
Não resistimos, é certo, à tentação do esclavagismo, tenebrosa prática à época vigente num mundo alheio aos valores da dignidade humana é generalizada aos demais países europeus que se nos seguiram nesse surto de expansão colonialista.
Mas em redenção tardia, fomos pioneiros na abolição da escratura e o primeiro Estado a consagrar constitucionalmente a proibição da pena de morte.
E, se do Humanismo cultivámos a mestiçagem e pactuámos com o indigenismo, da Natureza aprendemos a conhecer - e divulgar - o exotismo dos seus caprichos.
Algo que, nos seus livros "Casa-Grande & Senzala (1933) e "o Mundo que o Português Criou" (1940), Gilberto Freyre antecipava como fundamento teórico do "luso-tropicalismo" e que, expurgado de pendor ideológico vigente à época, não deixava de caracterizar a tipicidade miscigenante do colonialismo português.
Trópicos e Natureza estão, pois, indissociavelmente ligamos à Gesta portuguesa enquanto realidade é mito, enquanto factualidade e imaginação.
Pelo que a nós cabe, em pleno séc. XXI, a remota paternidade de que se nutre a idílica imaginação contemporânea sobre a palavra Tropical e o conceito de Tropicalismo.
Praias desertas, circundadas de palmeiras e coqueiros; vegetação exuberante e animais exóticos; sensualidade, calor e águas transparentes entre o azul profundo e o verde esmeralda...
Essa, a visão paradisíaca de que se alimentam o turismo e o imaginário que nos habita em ansiosa apetência estival.
Essa, também, a visão cartográfica em que se albergam sectários preconceitos de subdesenvolvimento, desigualdades sociais, insegurança, condenáveis facilitismos, estigmas terceiro-mundistas.
Como se o mundo não fora redondo e em cada subúrbio de uma cidade europeia não tropeçássemos nas mesmas cicatrizes que disfarçam, mas não escondem, as chagas da desigualdade...
Chagas que bem conheço, independentemente da latitude: vivi oito anos no Brasil e, se a felicidade existe, esse foi, seguramente, um dos períodos mais felizes da minha vida.
Pelos amigos que criei e mantenho;  pelas vivências pessoais que experienciei; pelo apelo à exuberância da Natureza Tropical; pelo muito que profissionalmente aprendi e que me serviria de guião ao longo da minha carreira empresarial.
Deixemos, pois, em quietude o imaginário Tropical e embalemos o espírito no doce remanso dessa pródiga Natureza, qual devaneio de um sonho que, afinal, nos é acessível.
Até que o sonho faz parte da vida e a vida é a mais preciosa dádiva que o destino nos concedeu.
Por isso, não foi acaso que Tropical, enquanto tema desta Egoísta, coincida com o início da estação estival...
Que este seja um Verão de evocação Tropical, de abraço à Natureza!
Pois que Tropical e Natureza coabitam em sinonímia.
E a Natureza nada faz em vão.
Mesmo quando ela nos fala e a Humanidade não a ouve.
Mesmo quando pensamos dominá-la sem que aprendamos, antes, nós mesmos, a dominar-nos.
Pena é que a Humanidade persista nessa arrogância que é filha da ignorância...
Pois a Natureza. a Tropicalidade, pode ensinar-nos mais sobre nós próprios do que todos os livros. Como se fora um compêndio de preciosos conteúdos em todas as suas páginas...
Por isso, de tão sábia, a Natureza nos resista; por isso, de tão paciente, a Natureza nos tolere.
Ainda que a insultemos e ela nos responda em oferenda de flores!
Saibamos, ao menos, agradecer-lhe!...

Editorial de Mário Assis Ferreira

A revista “Egoísta” está à venda no Clube IN do Casino Estoril e do Casino Lisboa. A “Egoísta” tem, ainda, uma campanha de assinaturas e está disponível em www.egoista.pt 



segunda-feira, 8 de julho de 2019

Janine Kruse e Dirk Cluckers celebram a Vida e O Amor com uma Festa em Cascais

 Isabel Nogueira
 Kiran e Dirk Cluckers e Janine Kruse
 Janine Kruse, Dirk e Kiran Cluckers, Udo e Marion Kruse
 O discurso emocionado do pai de Janine, Udo Kruse
 A primeira dança foi para pai e filha (Janine e Udo Kruse)
 Os noivos (Janine Kruse e Dirk Cluckers, o momento era deles
 Udo Marion Kruse, Janine Kruse, Dirk e Kiran Cluckers
Aspecto geral do almoço buffet

CELEBRATE LIFE 
Party by Janine & Dirk 

A emotiva Festa de Anúncio de Noivado de Janine e Dirk.

Janine Kruse e Dirk Cluckers, reuniram familiares e amigos, no passado domingo 7 de Julho, no Restaurante Casa de Chá de Oitavos em Cascais, para celebrar a vida e o amor.

Janine de nacionalidade alemã e Dirk de nacionalidade belga, ambos a residir em Cascais, pretenderam com esta festa, retribuir a amabilidade e a amizade, a todos os presentes e ainda celebrar a vida e o Amor.

E era aí que residia a surpresa, revelada durante o almoço, Janine e Dirk anunciaram que estão noivos, desde o passado mês de Março.

O convite era para um almoço informal, mas foi precedido por um cocktail no exterior, com uma deslumbrante vista sobre o Atlântico e foi seguido de festa de bar aberto e música para dançar. Começou pelas 13h00 e terminou às 20h00.

Aos noivos desejo as maiores felicidades!