segunda-feira, 5 de novembro de 2018

HOTEL CASCAIS MIRAGEM - Festa de Anos de Isabel Nogueira no Restaurante GOURMET

 Isabel Nogueira
 Gilda Paredes Alves, Francisco Sequeira, Elsa Matias, Carlos Fonseca Ferreira, Júlia Milne e Carmo, Fernando Hipólito, Rita Caneças e Isabel Nogueira
 Rita Caneças
 Gilda Paredes Alves
 Júlia Milne e Carmo
 Júlia Milne e Carmo e Francisco Sequeira
Carlos Fonseca Ferreira e Isabel Nogueira
 Fernando Hipólito e Elsa Matias
WELCOME COCKTAIL NO BAR CRITOVÃO COLOMBO
 Fernando Hipólito, Elsa Matias, Gilda Paredes Alves, Isabel Nogueira, Francisco Sequeira, Júlia Milne e Carmo, Carlos Fonseca Ferreira e Rita Caneças
JANTAR NO RESTAURANTE GOURMET
 MENU
Amuse Bouche
 Tiam de lavagante e abacate, funcho marinado e sorbet de laranja
ENTRADA
 Tempura de polvo e choco panado, molho Asiático e chili
DO MAR 
 Pregado corado, puré de pastinaca, espargos e batata gaufrette, Lingueirão e seu bolhão pato
A CARNE
 Mignon de borrego em crosta de ervas e broa de milho, Risotto de hortelã fresca
Pré-Sobremesa
 Marcaron e framboesas
O NOSSO MUNDO DOCE
 S. FRANCICO
Parfait de laranja, lima e morango, sorvete de ananás e hortelã
 Francisco Sequeira e Elsa Matias
 Carlos Fonseca Fereira, Júlia Milne e Carmo e Fernando Hipólito
 Rita Caneças, Isabel Nogueira e Gilda Paredes Alves
BAR CRISTOVÃO COLOMBO
 Celebração como Bolo de Anos e Champagne
 Bolo de Anos e Champagne
 Isabel Nogueira e Gilda Paredes Alves
 Francisco Sequeira, Fernando Hipólito e Júlia Milne e Carmo
 Carlos Fonseca Ferreira, Rita Caneças e Elsa Matias
Rita Ceneças, Isabel Nogueira e Elsa Matias
 Hotel Cascais Miragem - Vista da piscina exterior
Deslumbrate vista panorâmica do Hotel Cascais Miragem


Restaurante Gourmet

Festa de Anos de Isabel Nogueira  

Sofisticação, Luxo e Requinte pontuaram, na minha Festa de Anos, que decorreu ontem à noite, no Restaurante Gourmet do Hotel Cascais Miragem.

Sou "bebé da meia-noite". Nasci às 00h00 do dia 5 de Novembro. O que me leva, por vezes, a dar início à celebração do meu aniversário, mais cedo. 

Regresso naturalmente ao lugar onde sou feliz. Daí ter optado por festejar os meu anos, onde a excelência, foi já várias vezes premiada. No galardoado Restaurante Gourmet, do Hotel Cascais Miragem.

Um welcome cocktail, no Bar Cristóvão Colombo, antecedeu o sofisticado e requintado jantar dos meus anos, com um Menu divino, obra dos reputados Chefs Peter Beckers e Elias Silva, que a todos encantou.

À meia-noite, reunidos no Bar Cristóvão Colombo, os amigos que aceitaram o convite, para esta minha celebração de aniversário, cantaram-me os parabéns e brindamos, com Champagne e Bolo de Anos.


Hotel Cascais Miragem Health & Spa - Restaurante GOURMET

 Restaurante Gourmet
 Hotel Cacais Miragem - Vista noctura



Restaurante Gourmet


O galardoado Restaurante Gourmet é o “fine dining restaurant” do luxuoso Hotel Cascais Miragem.
Para além das indiscutíveis vistas deslumbrantes sobre o Oceano, Cascais e a sua Marina, a sofisticação do local é uma nota de distinguir.

No Restaurante Gourmet pode experimentar as maravilhas de uma cozinha de fusão recheada de sabores portugueses e mediterrânicos, mas com influências internacionais preparada pelos reputados chefes Peter Beckers e Elias Silva.
Da carta é impossível destacar um só prato, mas será melhor dizer que cada passo deste elaborado menu, foi cuidado ao extremo para fazer do Jantar uma experiência inesquecível.

Restaurante Gourmet abre diariamente para jantar das 19h00 às 22h30 e pode fazer a sua reserva através do número 210 060 600.



quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Casino Estoril - Gala dos 60 anos da Estoril Sol com Chris de Burgh e Agatha Ruiz de la Prada

 Isabel Nogueira
 Ricardo Carriço, Agatha Ruiz de la Prada, Chris de Burgh e Sofia Hoffmann sopraram as velas do bolo de anos
 Desfile de Moda Agatha Ruiz de la Prada
 Chris de Burgh
Agatha Ruiz de la Prada ladeada pelos Duques d'Anjou
 Ana Paula Santos e Mário Assis Ferreira
  Miu Fong Leng e Choi Man Hin
 Conceição e António Vieira Coelho
 Ricardo Carriço
 Isabel Nogueira e Paulo Medeiros
 Maria José Galvão de Sousa e Humberto Leal
 Tereza Pinto Coelho e António Vilar
 Tereza Pinto Coelho, Flávio Carmelo e Virgínia Carvalho
 Bé e José Mesquita
 Eduardo Nascimento e Ana Bela César
 João Serrano de Almeida, Manuel Anok, Isabel Nogueira, Katy Anok e Álvaro de Mora e Aragón
 Walid Halabi e Isabel Queiroz do Valle
 Ricardo Carriço apresentou a Gala
 Isabel Nogueira e Gao Hengyu (Inês)
 Rifa e Alfredo Duarte Costa
 Manuel Damásio e Margarida Prieto
Victória Sturken e João Zilhão 
  Sofia e Pedro Mota Soares
 Gilda Parede Alves
 Paulo Faustino e Lili Caneças
 Nuno Reis e Ana Salazar
 Susana Martinho e Ângelo Rebelo
 Bibá Pitta, Anne Kritinne e João Rolo
 Isabel Angelino e Manuel Gião
 Cuca Roseta, Katy e Manuel Anok
 Fátima Lopes e Pedro Alves rodeados pelas Top da FACE Models
 Isabel Nogueira e Bibá Pitta
 Isabel Nogueira - Jóias Gil Sousa
Parabéns à ESTORIL SOL

Agatha Ruiz de la Prada e Chris de Burg no Casino Estoril

GALA DE CELEBRAÇÃO DOS 60 ANOS DA ESTORIL SOL NO SALÃO PRETO E PRATA DO CASINO ESTORIL

O Salão Preto e Prata do Casino Estoril, acolheu ontem à noite, a Gala de celebração do 60º Aniversário da ESTORIL SOL, com um desfile de Agatha Ruiz de la Prada e um concerto de Chris de Burgh.

Fundada em 1958, a ESTORIL SOL comemorou os seus 60 anos, com um programa festivo, que incluiu um Jantar de Gala, acompanhado pela Orquestra de Jorge Costa Pinto, um espectacular Desfile de Agatha Ruiz de la Prada, o maravilhoso Concerto de Chris de Burgh, Baile e a Festa prosseguiu noite dentro, com a actuação do Dj Rodrigo d'Orey.

«Com um posicionamento ímpar na área do turismo e no sector do jogo, a ESTORIL SOL distingue-se pelo seu inestimável contributo de apoio às artes, à cultura, ao espectáculo, à Letras, à solidariedade social, entre outras relevantes iniciativas, que consolidaram, ao longo dos anos, uma relação profunda, com a sociedade portuguesa.»


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

EGOÍSTA - Fronteira - Setembro 2018


FRONTEIRAS
Os Muros do Medo

Algures, no século passado, comprei um velho globo terrestre que ainda hoje - por saudosismo ou descaso - permanece, algo difuso, entre as montanhas de livros que preenchem as prateleiras do meu escritório.
Duvidoso, enquanto peça decorativa; arqueológico, enquanto visão de um mundo repartido em raias territoriais.
Pois que um novo mapa de África renasceria, em finais do século XIX, na Conferência de Berlim, repartindo fronteiras de conveniência ao sabor dos interesses da potências coloniais, ciosas em definir as regras do que se presumia ser uma harmoniosa coexistência nas políticas de colonização.
Meio século volvido, eis que uma nova ordem mundial emergiria das cinzas da II Guerra Mundial, conferindo às potências vencedoras o poder e discricionariedade de encaixilhar o mundo - designadamente o Médio Oriente - em cubículos geoestratégicos.
E assim nasceram novos conceitos de fronteiras: as traçadas com régua e esquadro, não raro à revelia dos povos que a elas ficaram circunscritos - e de outros que lhes eram exógenos...
Mas há outras fronteiras: aquelas que, tal como Portugal, emergiram da identidade étnica, cultural, linguística e religiosa de povos e, nessa comunhão antropológica, marcaram as divisas de um Estado/País e, mais que isso, de uma Pátria/Nação.
Outras, aquelas que nasceram de vocações imperialistas, quando a História consagrava a medida do poder em função de territórios conquistados. Essas, dispersas por África e na própria Europa, foram nutridas em sangue, esculpidas com lanças e baionetas, quais trincheiras guindadas a fronteiras de Estados/Países que ainda aspiram a ser Pátria/Nação.
Outras há, finalmente, emergentes da descolonização, herdeiras de territórios pré-demarcados que, na diversidade étnica, linguística e religiosa de tribos e povos, ascenderam ao estatuto de Estados/Países mas não vislumbram, sequer, o conceito de Nação.
Eis, enfim, o retrato de um mundo novo, retalhado por fronteiras, dividido por equívocos, repartido por interesses, subjugado por ambições. Qual caldo de antagonismos que mais se acentuam face ao fenómeno da globalização.
Pois ela, a globalização, essa mítica panaceia que se afirmava como o romper de fronteiras, só viria, afinal, a acicatar barreiras, soerguendo proteccionismos, despertando nacionalismos, exacerbando ajustes de contas por pagar.
Como se tréguas e tratados fossem escassos intervalos lúcidos numa espécie de guerra contínua, atiçada por intuitos bélicos, interesses comerciais, manipulações de poder geoestratégico...
É este, afinal, o insólito mundo dos Trumps, dos Putins, dos Erdogans, dos Kim Jong-uns - e de uma China sempre atenta e expectante...
Essa, a nova ordem mundial transfigurada em desordem global!
Na sua margem, reside uma velha Europa que pesava 25% do PIB mundial e que, hoje, se contenta com uns escassos 17%:
desarticulada em políticas, frágil em lideranças, dispersa nos princípios, incoerente nos valores.
Tal como o eixo de uma roda: sempre fixo, num imobilismo indiferente à rotação dessa roda do mundo que em seu torno gira...
Com solavancos, é certo: abalada pelo saneamento de uma hecatombe financeira não totalmente debelada; insegura pela ameaça do terrorismo; apreensiva pelos surtos independentistas; impotente - e divisionista - face à avalanche de migrações desregradas.
Uma Europa, berço do Humanismo, arquétipo da democracia, pioneira da livre circulação entre fronteiras, que se queda confundida e não sabe como consertar os aros quebrados da sua própria roda, eufemisticamente designada como União Europeia.
Pois que União é pseudónimo, face à crise migratória!
Como se, subitamente, as suas fronteiras se houvessem radicalizado: ou são membranas porosas ao trânsito migratório, ou são muros inacessíveis aos valores da dignidade humana!
No seu seio, coexistem países como a Itália, a Hungria, a República Checa, a Polónia, onde já não habitam cidadãos do mundo: ou são nacionais autóctones, ou imigrantes proscritos que a todo o custo importa repelir. Quer sejam os que migram para fugir, quer os que migram para buscar...
Nessa deriva idiossincrática, são países esquecidos de que a migração não é um transbordamento de uma população que sobra, mas a fuga de uma população que sofre; indiferentes aos farrapos de sobrevivência dos que transpõem o Mediterrâneo e que se mudam de céu, não mudam de dignidade humana; alheios à destrinça entre refugiados políticos e aos que apenas fogem de condições sub-humanas em que a morte se avizinha!
Tudo isso é indiferente aos surtos populistas, às demagogias extremistas, aos pseudonacionalismos que proliferam na Europa!
São pregões arrebatadores sobre o risco da infiltração de terroristas, sobre a usurpação de empregos, sobre o perigo do multiculturalismo, sobre a perda da identidade étnica, sobre a miscigenação dos valores nacionais...
E, infelizmente, a xenofobia vai-se alastrando, conquistando votos e não deixará de ter consequências, muito próximas, no xadrez político europeu!
Como se uma Europa, apartada pelo Brexit da sua ilha maior, se fosse transmutando em arquipélago de ilhéus flutuantes que vagueiam ao sabor das ideologias reinantes...
Enquanto humanista convicto, não me revejo na rota dessa errática Europa.
Mas humanismo não é incompatível com visão pragmática.
E em nome de um humanismo pragmático, as portas da Europa podem - e devem - ser abertas à reinserção social dos que nela apenas buscam a sobrevivência, aos que nela ainda anseiam pelo reassumir de um estatuto de dignidade humana.
Abrir portas, porém, não é, simplesmente, escancará-las: impõr-se a adopção de triagens rigorosas, apoiadas em investigações credíveis das entidades de segurança, em colaboração articulada com os serviços de intelligentsia nacionais e internacionais. E, dessa filtragem, não cabe hesitar em prender ou recambiar  para os países de origem pretensos refugiados que, encobertos na avalanche migratória, buscam desígnios terroristas ou intentos fundamentalistas!
Tal como será imperiosa uma intervenção internacional, drástica e musculada, visando exterminar os focos de traficantes de vidas que, nos países de origem, impunemente proliferam!
Até porque as migrações não são um surto transitório, mas um fluxo contínuo que se arrasta há anos e, se não decisivamente controlado, tenderá a expandir-se e perpetuar-se.
Sobrevivem neste planeta, 700 milhões de seres humanos em situação de pobreza extrema, quase o dobro da população de uma Europa que eles vislumbram como o El Dorado...
E a fome, a sua fome, é, porventura, a mais letal arma de destruição maçiva a ameaçar a Europa e a Humanidade!
Impõe-se, pois, enfrentar essa realidade!
Eu sei que este drama só poderia ser eficazmente combatido nos países de origem e não nas praias de destino.
Mas como promover a paz, o desenvolvimento socioeconómico, os valores da dignidade humana em países onde as guerras se sobrepõem em camadas, como se guerrilhas civis se convertessem em guerras regionais, logo ascendendo a conflitos geoestratégicos entre potências mundiais?
Sei, igualmente, que uma outra alternativa seria a de criar - a régua e esquadro, também - um "Estado de acolhimento" sob a égide da ONU, implantado no território de um desses "Estados-párias", entre alguns dos que vegetam no "Corno de África" e suas redondezas.
Esse cenário, porém, ainda se vislumbra como utópico, face a uma Europa carente de lideranças, alheia a princípios de coesão, órfã de relevância para influenciar os interesses geopolíticos de potências mundiais, frágil em recursos financeiros indispensáveis para investir, sustentadamente, no desenvolvimento socioeconómico desse hipotético "Estado de acolhimento".
Pelo que, no actual contexto, a solução para a avalanche migratória ainda não se reconduz aos Estados da sua origem, mas aos Países do seu destino.
E, para semelhante desafio, seria necessário que essa Europa, berço da Democracia, se redimisse em esforço de revisita aos luminosos pilares dos ideais de 1789, inspiradores do humanismo democrático: Liberdade, Igualdade, Fraternidade...
Pilares algo esquecidos nas teias isolacionista de tantos países de uma União Europeia em que a Democracia apenas serve de disfarce a regimes que não a praticam.
Como se a Europa fosse uma "Tela de Penélope": fazem uns o que os outros desmancham e desmancham outros o que esses fazem...
Como se tiranetes, disfarçados de líderes, fossem o espectro de lias que só exibem a face iluminada mas sempre ocultam o lado obscuro...
Como se a forma mais subtil de negar fosse o ardil de sempre dizer que sim...
Só que não existem meias-verdades; existe, apenas, a realidade!
E essa, doa a quem doer, é a subjugação da Europa a um difuso "império do medo", império que ela própria ajudou a fundar.
Não é por acaso que a industria bélica foi a única a não sofrer - e a prosperar - durante os anos negros da recente crise de recessão mundial...
Não é por acaso que, apenas no decurso de 2017, a industria mundial de armamento facturou 1,5 triliões de US Dollars em parceria com, pelo menos, dois países que se arvoram em esteios da União Europeia.
Como pode, agora, a Europa, renegar a sua realpolitik, carpir-se desse efeito de boomerang que dimana de tiranias sanguinárias sediadas em países por ela própria alimentados com a exportação de armamentos que fomentam guerras fratricidas, geradoras dos êxodos migratórios que, entretanto, lhe batem à porta?
Como pode, enfim, a Europa, expiar os seus próprios medos se ela sabe - ou deveria saber - que uma ínfima parcela dessa facturação em equipamentos bélicos bastaria para saciar a fome dos milhões de desvalidos seres humanos, travestidos em fantasmas, que agora a sobressaltam?
Talvez porque o medo seja útil para quem dele se aproveita e eficaz para os propósitos que os seus efeitos provocam...
Talvez porque escasseiem fronteiras com horizontes de esperança e sobrem muralhas para afugentar o medo...
Talvez porque o medo seja o alimento que nutre ambições políticas e engorde conluio de extremismo demagógico...
Ou, talvez, porque haja quem tenha medo que o medo acabe!

Editorial de Mário Assis Ferreira

A revista “Egoísta” está à venda no Clube IN do Casino Estoril e do Casino Lisboa. A “Egoísta” tem, ainda, uma campanha de assinaturas e está disponível em www.egoista.pt