domingo, 6 de maio de 2018

Oitavos Dunes - Golf Summer Camp


 Isabel Nogueira
Professor da Escola de Golfe Oitavos Dunes - António Barros


Oitavos Dunes
links golf

Golf Summer Camp

Localizado no Parque Natural Sintra-Cascais, na costa do Oceâno Atlântico e vista para a serra de Sintra, o Quinta da Marinha Oitavos Dunes, é um dos 100 melhores campos de Golfe do mundo.

A escola de golfe dos Oitavos Dunes dirigida pelo professor António Barros, funciona todo o ano, com alunos que vão desde os iniciados, até aos jogadores de Topo.

A Junior School, para alunos com idades compreendidas entre os 6 e os 16 anos, são aos sábados das 11h00 às 12h00, com um custo por trimestre de 150,00€ por criança, se forem irmãos 130,00€ por criança.

De salientar que o Golf Summer Camp, irá preencher o espaço das férias de verão, de isenção escolar, que decorre de Junho a inicio de Setembro, das 9h30 às 12h30, com um custo por criança de 170,00€ por semana; se forem irmãos será 150,00€ por semana.

Email: barros.antonio0@gmail.com
Telemóvel: 962 079 978

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Slice Restaurant by Casa do Marquês no Millennium ESTORIL OPEN 2018

 Isabel Nogueira
 José Eduardo Sampaio, Chef Humberto Santos e Florbela Sampaio
Slice Restaurant - Buffet









 Novo espaço
BBQ Garden

 Pão de Alho e Pizzas feitas na hora

 Porco no espeto
 Churrasco
 Zona de refeições exterior
 José Vilela, Sandra e Vasco Costa, Presidente da Federação Portuguesa de Ténis, João Paulo Almeida Santos, Vice-Presidente FPT
 José Branco e Isabel Nogueira
 Carlos medeiros, Júlio Quaresma e Nuno Gama

 Menu renovado diáriamente
 Florbela Sampaio
 Isabel Nogueira e Florbela Sampaio
 Luis e Joana Norton de Matos e José Eduardo Sampaio
 Miguel e Florbela Sampaio e Melanie Iten
 A vista para o o Estadio Millennium  
 Isabel Nogueira
 Pedro Sousa (POR)
 João Sousa (POR)
Pedro Sousa (POR) vs João Sousa (POR)

Slice Restaurant 

E o novo espaço BBQ Garden


O Slice Restaurant by Casa do Marquês, está presente, na 4ª edição do Millennium Estoril Open, que se joga entre 28 de Abril a 6 de Maio. Este ano com uma novidade, um novo espaço exterior, o BBQ Garden. Eu marquei presença ao almoço de quarta-feira 2 de Maio.

São 650 refeições servidas diariamente ao almoço, até domingo, e, na quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira, haverá o mesmo número de refeições, servidas também ao jantar. Para além do catering dos jogadores. Um buffet e o menu sugestão do Chef Humberto Santos, diferente todos os dias, com a reconhecida qualidade Casa do Marquês.

Aproveitei a oportunidade e assisti ao épico jogo, que opôs os portugueses, Pedro Sousa e João Sousa e que terminou com a vitoria de João Sousa. Vitória que faz de João Sousa o primeiro português a apurar-se para os quartos de final de singulares do Millennium Estoril Open.



sábado, 28 de abril de 2018

Hotel Palácio Estoril - Há Brunch no Terraço Bougainvillea ao sábado e ao domingo

 Isabel Nogueira
 Mesa com cheiro a mar...
 Passando pela horta
 Os queijos e as sobremesas
 Mesa tipica pequeno-almoço
 Pratos quentes - Uma selecção diária do chefe...
 Panquecas 
 Isabel Nogueira 
 Ovos Benedict
A minha escolha - Entrada
 Com sabor a mar
Prato de Peixe
 Garoupa gratinada com zabayone de mostarda, ervilhas tortas e arroz de coentros
Prato de Carne
 Escalopes de Vitela com ragoüt de cogumelos, espargos verdes e batata croquete
Sobremesas
 Panqueca com doce de frutos vermelhos
 Gelados Artisani
Vista para o jardim e piscina

Palácio Brunch

Há Brunch no Hotel Palácio Estoril, aos sábados e domingos, das 12h30 às 15h30/16h00.

Hoje sábado 28 de Abril, marquei presença no Brunch do Hotel Palácio Estoril, servido no Terraço Bougainvillea.

Marta Bradel, diretora F&B do Hotel Palácio, questionada se este seria o primeiro Brunch disponível, respondeu: «Nós começamos a fazer o brunch há cerca de um mês. Tem sido uma experiência, para ser mais um serviço, que oferecemos aos nossos clientes, aos nossos hóspedes, às pessoas que moram aqui na zona e que querem ter um tipo de refeição, num bom hotel, de requinte, experênciando também a zona do jardim e usufruindo das qualidades que o Hotel Palácio tem».

Disse ainda que, «numa fase inicial vamos a apresentar o brunch aos fins-de-semana, aos sábados e aos domingos até ao mês de Julho. Nessa altura teremos novas ofertas, um bufett de verão, que estará presente todos os dias aqui no Terraço Bougainvillea, e depois, quando o bufett de Verão, que vai de Julho, Agosto e Setembro terminar, então aí retomaremos o brunch. Só nessa altura se decidirá se será, apenas ao sábado ou se manterá o sábado e o domingo».

Quanto à oferta gastronómica, rematou: « o brunch, como o nome indica, é um breakfast, lunch. Por isso temos as opções mais relacionadas com o pequeno-almoço, uma variedade de cereais, iogurtes, de comidas quentes, ovos estrelados, salsichas. O típico pequeno-almoço americano e inglês, que as pessoas estão habituadas. Depois passamos para uma zona mais de entradas, com saladas, simples, compostas. A parte das quinoas e das opções mais saudáveis, que hoje em dia, estão muito em voga. Temos também para uma oferta variada de pratos quentes, sempre com uma sopa do dia, um prato de peixe, um prato de carne, um prato de massa. Depois passamos para a mesa do mar, onde temos uma oferta de sushi, de ostras, de gambas frescas, e uma selecção de peixes fumados. Terminamos com uma variedade de sobremesas todas feitas no hotel. Tudo isto por 35€ por pessoa, com as bebidas incluidas».



EGOÍSTA - Março 2018 - 18 Anos



18
 Anos

Maioridade sem tempo

Foram dois os editoriais que escrevi aquando da primeira edição da Egoísta: o primeiro, de celebração, qual certidão de nascimento; o segundo, de pesar, qual termo incerto de um óbito sem data na certidão...
Guardei esse na gaveta e eis que o tempo lhe exauriu a validade.
Pois, que, volvidos 18 anos de publicação, resta-me concluir que falhei na premonição...
E hesito em afirmar que estes 18 anos correspondam à idade adulta da Egoísta.
Ela que, de tão precoce na tenra idade, quase diria ter nascido adulta, apta a enfrentar, da vida, o infausto das agruras, os dilemas da incompreensão.
Por coragem ou imprudência - as sempre por convicção -, dedicou-se às Artes e à Cultura: vereda estreita essa, a percorrer em Portugal, qual tortuoso trilho escasso em auspícios de longevidade...
Mas eis que logrou o improvável: de revista temática, guindou-se a 2objecto de culto", sinónimo de um percurso ímpar que a distingue de todas as demais publicações do panorama nacional e, quiçá, internacional.
Quase num ápice, a Egoísta tornou-se incontornável, uma marca fortíssima do Grupo Estoril-Sol, mobilizando artistas, escritores e políticos dentro e fora do País, transformando leitores em coleccionadores, consagrando-se com 81 prémios, nacionais e internacionais, e alcançando esse patamar único de ser a revista europeia mais premiada de todos os tempos!
Talvez por isso tenha merecido a honra de ser exposta no Museu do Louvre, qual ícone de excelência no grafismo do século XXI.
Essa é a conquista de uma equipa de qualidade extrema., tão reduzida quão empenhada. Equipa em que pontua a sua editora, Patrícia Reis, um ser humano de excepção, exuberante em criatividade, culto da diferença, persistência inabalável. Uma escritora de méritos firmados mas, mais que tudo, uma Amiga!
Enquanto editora, de tão profícuo o seu engenho, pouco mais me sobra senão analisar orçamentos, escolher novos temas, dar palpites sobre futuras capas, escrever editoriais...
Enquanto Amiga, persistimos em confundir trabalho com diversão: partilhamos anseios, frustrações e, inevitávelmente, resvalamos para o tema da Egoísta, sabendo que a perfeição não é humana, pois, se o fosse, nunca seria perfeita.
E em lúdica cumplicidade, descobrimos, aos 18 anos, que a Egoísta, afinal, também tem os seus caprichos: não se dá bem com a Internet e tentar o acasalamento seria divórcio certo por inconformidade de génios e incompatibilidade genética.
De facto, como plasmar, no universo digital, essa inconfundível percepção táctil da suave rugosidade do seu papel, desse lettering extraído de uma Olivetti dos anos 50, daquele odor a tinta gráfica, daqueles cortes que espreitam a essência da página que se lhe segue e convidam à reflexão daquela que a antecedeu?
Insólito paradoxo esse, o da Egoísta: autoconfinada às amarras da edição gráfica, ela que nasceu para rasgar fronteiras de modernidade, ela que persiste em fiel apego à memória...
E recordo Carlos Drumond de Andrade: "Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar".
Não que seja humana a Egoísta. Mas, não o sendo, aprendeu da Humanidade que todo o ser nasce ungido por um ADN, qual cromossoma único que lhe impõe o poder/dever de assumir a diferença.
Esse, o segredo da Egoísta: a vocação da imparidade, na singular estranheza de ser criadora e criatura da sua própria diferença.
Talvez por isso, sem idade; como se nascesse em cada edição; como se cada agora lhe prometesse o futuro.
Assim é a Egoísta: desprendida do passado, liberta da servidão ao tempo...
Disse Eduardo Lourenço: "Somos hóspedes do instante, cada um de nós, mas sempre com o sentimento de que cada instante não é diferente do que chamamos de eternidade, como uma colecção de instantes.
O tempo é feito desses instantes, de nada e de tudo ao mesmo tempo".
Que seja, pois, o porvir essa colecção de instantes, em busca da eternidade.
Instantes do nada, como lições de experiência, instantes do tudo, como ensejos de humildade...
Pois que o tempo, sábio mestre, dita o percurso mutável para a perenidade imutável.
Como uma equação para a vida: a de um tempo, o de agora, que é medida do presente, a que se soma o futuro e se deduz o passado.
Esse, o rumo que nos inspira, matriz de cada edição...
Longa vida à Egoísta!
Tão longa, que já nem seja eu, maduro septuagenário, a ter o tempo de escrever o seu último editorial!

Editorial de Mário Assis Ferreira

A revista “Egoísta” está à venda no Clube IN do Casino Estoril e do Casino Lisboa. A “Egoísta” tem, ainda, uma campanha de assinaturas e está disponível em www.egoista.pt