domingo, 8 de outubro de 2017

ModaLisboa Luz - SS 2018 Lisboa Fashion Week - sábado

 Isabel Nogueira
 Sofia Montereal
 Gilda Paredes Alves
 Bárbara Taborda
 Júlio Quaresma
 Bruno Martin
 Luís Costa Branco e Weza Silva
 Isabel Nogueira e Luís Botequilha
Paulo Piteira e Luís Peixoto
 Isabel Nogueira e Carlos Fonseca Ferreira
 Isabel Nogueira
 Raquel Prates e João Murillo
 Paulo Sassetti e Isabel Nogueira
 Lili Caneças e Luís Borges
 Carlos Fonseca Ferreira, Filipa Nunes e Luís Lourenço
 Dj Xana Guerra
Desfile Aleksandar  Protic








49ª Edição no Pavilhão Carlos Lopes

Aleksandar Protic

Está a decorrer desde a passada quinta-feira 5, até hoje domingo 8 de Outubro, a 49ª edição ModaLisboa sob o tema Luz, do calendário SS 2018 Lisboa Fashion Week, no Pavilhão Carlos Lopes, em pleno Parque Eduardo VII, em Lisboa. 

São quatro dias de celebração artística, de consagrados designers de Moda portugueses e de novos talentosos criadores, com a apresentação das suas propostas, para a próxima primavera e verão.

Eu fui ontem sábado 7, espreitar as novas tendências para homem, do designer Nuno Gama e para senhora de Aleksandar Protic, do qual vos trago imagens.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Borg vs Mcenroe - Antestreia no Uci El Corte Inglés Lisboa

 Isabel Nogueira - Usei jóias Secrets Portugal
 Sofia Marques e Isabel Nogueira
 Teresa Wong e Isabel Nogueira
 Francisco Guedes e João Zilhão


Estreia 5 de Outubro

Uma rivalidade que ficou para a história

Lotação esgotada na antestreia do filme Borg vs Mcenroe, ontem á noite, nos Cinemas Uci do El Corte Inglés em Lisboa.

Realizado por Janus Metz, o filme Borg vs Mcenroe, é do género, Drama - Biografia - Desporto e no elenco conta com Stellan Skarsgard, Shia LaBeorf e Sverrir Gudnason.

Uma história sobre o preço do sucesso, sobre como dois dos maiores tenistas do mundo, ambos com vinte e poucos anos, se encontram cativos das suas próprias carreiras. Dois atletas reduzidos à simples imagem do oposto do seu adversário, por uma comercializada indústria do ténis: os caricaturais "lce Borg" e "Superbrat". Dois rivais forçados, durante o seu encontro de 1980 em Wimbledon, a reconhecer que a única pessoa capaz de compreender a sua situação é o seu maior adversário.

Na antestreia, marcaram presença alguns dos grandes do ténis nacional, contemporâneos de Borg e Mcenroe e da actualidade.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Sunset Farol Hotel & Lux powered by Moet & Chandon

 Isabel Nogueira - Usei jóias Secrets Portugal
 Ana Maria Tavares e Isabel Nogueira
 Maria José Galvão de Sousa e Humberto Leal
 Liliana Aguiar e José Carlos Pereira - Zeca


  Marta Aragão Pinto e Xandinha Jardim
 Maria José Galvão de Sousa e Ana Cáceres Monteiro
 Alina e Olga Leivikova
 Mark Leivikov e Alina Leivikova
 Pimpinha Jardim
 Isabel Figueira
 Susana Borges
 Ana Saragga e Francisco Ponte de Lima
 Alina e Olga Leivikova e Mark Leivikov
 Jorge Montereal e Jorge Figueiredo
 Tiago Gonçalves da Costa, Rita Coimbra, Ana da Câmara Pereira, Francisco Guedes e Miguel Capucho
 Cuca Roseta
 Cuca Roseta
 Cuca Roseta
Isabel Nogueira e Gonçalo Perestrello

Festa ao pôr-do-sol 

on the water

Uma espectacular festa ao pôr-do-sol, levada a cabo, pelo Farol Hotel, em parceria com a revista Lux e patrocinada pela Möet & Chandon, fez as delícias dos participantes no Sunset, que decorreu ontem, nesta unidade hoteleira de cinco estrelas de Cascais.

E, num entardecer perfeito, on the water, fez-se silêncio, para ouvir o trinar das guitarras e a voz da fadista Cuca Roseta.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Publituris Portugal Travel Awards 2017 no Bom Sucesso Resort em Óbidos

 Isabel Nogueira - Usei jóias Secrets Portugal by Gil Sousa
 Carina Monteiro - Editora do Jornal Publituris e Isabel Nogueira
 Pedro Machado - Presidente ERT Turismo do Centro
  Emorinda e Desidério Silva - Presidente RTA Turismo do Algarve
Isabel Nogueira e Paulo Sassetti 
 Paula Brissos e Louis Sousa-Azevedo
 Aspecto Geral do Cocktail Dinatoire
 Paula Noronha - Diretora do Jornal Publituris
 Raúl Martins - Altis Belém Hotel e Spa - Melhor Hotel de Cinco Estrelas
 Manuel Proença e Paulo Sassetti - Hoti Hoteis
 José Tomáz Mello Breyner e Mafalda de Bragança
 Ana Mendes Godinho - Secretária de Estado do Turismo
 Celeste Afonso - Vereadora do Turismo da Câmara Municipal de Óbidos
 Paula Noronha e Bruno Nogueira
 João Pinto Coelho - Onyria Palmares - Melhor Campo de Golfe 
 Desidério Silva - Algarve - Melhor Região de Turismo Nacional
 Comendador Mário Pereira Gonçalves - Presidente da AHRESP - Prémio Carreira Belmiro Santos
 Banda 'Deixem o Pimba em Paz'
 Banda 'Deixem o Pimba em Paz'
Photo 'Click and Play' de Nuno Carvalho


Gala do Turismo

O Bom Sucesso Resort em Óbidos, acolheu ontem à noite, a Gala dos Publituris Portugal Travel Awards 2017. Uma organização conjunta do Jornal Publituris, do Bom Sucesso Resort e da Câmara Municipal de Óbidos.

A iniciativa que consagra os melhores do Turismo em Portugal, em noite gala anual, galardoou vinte dos nomeados aos prémios Publituris Portugal Travel Awards.

Marcaram presença, a Secretária de Estado dos Turismo, Ana Mendes Godinho; o Presidente ERT Turismo do Centro, Pedro Machado; o Presidente da RTA Turismo do Algarve, Desidério Silva; entre outras personalidades ligadas ao sector.

Após a recepção dos convidados e depois de um cocktail dinatoire, seguiu-se a cerimónia de entrega dos prémios, apresentada por Bruno Nogueira, que integrou juntamente com Manuela Azevedo, Filipe Melo e Nuno Rafael, a banda 'Deixem o Pimba em Paz' que animou a festa.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Egoísta - Junho 2017 - Televisão



Televisão
sem preconceito

Era uma vez uma invenção fadada a mudar o mundo...
Chamaram-lhe "caixa mágica", mas Televisão foi o seu nome de baptismo.
Nasceu de filiação incerta: ainda hoje se discute o mérito da sua paternidade.
Philo Farnsworyh registou a primeira patente, logo perdida em 1930 para Vladimir Zworykin, em parceria com a RCA.
Certo é que em 1946 surgiria o primeiro televisor RCA produzido em série.
E, nas suas reduzidas dimensões, aquela caixinha parecia conter o tamanho do mundo. Eis que, por artes de magia, o áudio da rádio, o visual da imprensa, o audiovisual do cinema se superaram e sublimaram em genial arquétipo ao alcance de um botão...
A sua estética era o naturalismo; a sua linguagem, a fragmentação temática; o seu timing, a instantaneidade da informação; a sua veste, o espectáculo da representação.
Virtudes reais, pecados virtuais...
Pois que maior virtude seria imaginável do que essa, a de a Televisão ser o veículo de cultura verdadeiramente democrático, uma cultura disponível para todos e maioritariamente governada pelo que as pessoas queriam?
E que pecado poderia ser mais danoso do que esse, o de a Televisão ser governada pelo gosto do que as pessoas realmente querem?
Talvez por isso, pela sua matriz democrática, por reflectir e ser comandada pelos gostos da maioria, eis que a Televisão, mais que um quarto Poder, passou a ser um Estado dentro do Estado.
Ambos endividados.
Ambos vulneráveis nos ditames das leis do mercado: o Estado-Institucional, porque se habituou a gastar mais do que o que os privados conseguem produzir; o Estado-Televisão, porque com o advento dos canais por cabo/internet, passou a produzir mais do que o que os telespectadores conseguem consumir.
E se, para o Estado, a solução óbvia tem sido a de "arrepiar caminho" contendo gastos e produzindo mais, já para a Televisão só restou a opção de "remendar caminho", subjugando-se aos gostos da maioria, em ferrenha disputa por shares de audiência.
Cumpra-se, pois, o gosto do telespectador dominante: inventem-se reality shows, multipliquem-se as novelas, privilegie-se a economicidade de intermináveis reportagens em directo, antecipem-se notícias em segredo de justiça e julgamentos sumários em praça pública, repita-se ad nauseam cenas canalhas onde o sangue espirra e o sensacionalismo impera, prolonguem-se telejornais que repitam à exaustão o que já foi transmitido, inventem-se mais debates entre comentadores de futebol, propague-se a visão das máculas do terrorismo, pois o Daesh até agradece...
É mais barato, combate-se a concorrência das redes sociais, ganha-se nas chamadas de valor acrescentado e angaria-se mais publicidade, pois as tabelas variam em função das audiências e os anunciantes não andam distraídos...
Será isso a Televisão? Será isto a hipnose colectiva que nos amarra a um ecrã em vã ilusão da realidade, a dormência que nos anula a ruptura entre a percepção da transmissão directa, a construção ficcional e a interpretação do telespectador? Será isto, enfim, a Matrix que nos imprime no espírito modelos padronizados de pensar e agir?
Se fosse isto - e apenas isto - dir-se-ia que as pessoas ligam a Televisão para desligar o cérebro. Com o inexorável veredicto de que a Televisão desvirtuou o seu desígnio: não nasceu para esvaziar as pessoas, mas pode ser, afinal, uma emanação do seu vazio!
Mas, felizmente, a Televisão não é apenas isto: a sua raiz democrática também contempla os direitos de uma oposição pensante, embora minoritária, mas que luta contra a vacuidade de ideias, a esterilização da mente, o sensacionalismo.
E nela surgem hiatos em que a aridez dominante se interrompe em oásis de pensamento.
Raramente, nos canais generalistas; frequentemente, nos canais por cabo/internet.
Pelo que conheço de tantos profissionais de Televisão que respeito, de quem sou amigo e sinceramente admiro, consigo pressentir o seu alívio intelectual de fruírem essa fugaz liberdade na evasão ao espartilho dos shares, propiciando-nos programas imperdíveis.
São múltiplos esses conteúdos: excelentes debates e comentadores políticos - a sério ou em modo de humor -, elucidativas entrevistas de teor económico-financeiro, rubricas de cariz cultural, notáveis conteúdos de actualidade sociopolítica, importados de canais com a qualidade da CNN, a CBS, a BBC...
São colírio para os neurónios, sementes para o conhecimento.
E, graças ao zapping, a Televisão acabou por ser a minha cúmplice noctívaga, com quem, madrugada adentro, partilho sentimentos e emoções.
Ele ocupa-me, é certo, algum tempo que gostaria de dedicar à leitura. Mas não o usurpa, antes o complementa na temporalidade da sua informação, no que me estimula à intemporal reflexão dos autores que leio e admiro.
Como se todo fosse mais que a soma das partes...
Como se o pensamento lograsse o privilégio de viver na dualidade, de harmonizar ideias desconformes, de sublimá-las na sabedoria da conciliação.
Pois é nessa conciliação de valores que se descobre, afinal, um sentido para a missão de viver. E se preservam, nos media, complementaridades que nos suprem lacunas e auspiciam a sua sobrevivência.
Dispensaria, seguramente, atoardas caluniosas disseminadas nas redes sociais, a coberto do anonimato ou enganosos pseudónimos.
Mas não se resignaria a viver uma era em que não sentisse esse peculiar odor de tinta gráfica; em que não escutasse as ondas hertzianas que diariamente me acompanham na ida para o trabalho, no regresso a casa; em que não buscasse, ansioso, o meu programa preferido no ecrã da Televisão.
E esta, de tão omnipresente, já nem reside apenas na tal "caixinha mágica": entra-nos em directo no smartphone, no iPad, no computador, preenche as nossas vidas, dá-nos a desgraça ao momento, a felicidade em slow motion.
Pois que, na Televisão, o "assim-assim" não existe: só existe o bom e o mau!
A nós compete escolher.
E, nessa escolha, cada um tem a Televisão que merece!
Ainda que a opção seja desligá-la...

Editorial de Mário Assis Ferreira

Esta é primeira edição bilingue.
A revista “Egoísta” está à venda no Clube IN do Casino Estoril e do Casino Lisboa. A “Egoísta” tem, ainda, uma campanha de assinaturas e está disponível em www.egoista.pt