quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Come Prima de Tanka Sapkota - Jantar de Apresentação dos Novos Pratos do Menu

 Isabel Nogueira
 Come Prima - restaurante
 Rita Sita e Tanka Sapkota



 Carlos Pissarra e Isabel Nogueira
 Teresa Mosqueira
 Chef Tanka Sapkota

Jantar - Menu 

 Bruschetta con pomodoro e basilico
 Impepata di cozze de Lagos (Salpicado de Mexilhões)
Spaghetti nero con gamberetti di Algarve e percebes di Berlengas - Com Camarão, percebes, tomate cherry e Limão 
Ravioli di Santola national - Com Santola, batata e queijo de cabra abafado da Serra de Serpa
 Rigatoni con Ragu de Maiale di Alentejo - Com ragu de porco preto Alentejano de bolota, cozido a baixa temperatura com tomate, ervas frescas e queijo de cabra abafada da Serra de Serpa
 Tiramisu Clássico - Biscoito Savolardi embebido em café , entremeadas por um creme à base de queijo, mascarpone e cacau
  Chef Tanka Sapkota
 Os gémeos a ladearem Isabel Nogueira
Distinções




Restaurante Italiano

O internacionalmente premiado  restaurante de cozinha italiana Come Prima do Chef Tanka Sapkota, localizado no número 258 da Rua do Olival (à Lapa) em Lisboa, levou a efeito ontem à noite, um jantar de Imprensa, para apresentação dos novos pratos do Menu.

Na nova carta os produtos portugueses, acrescentam sabor aos pratos italianos. Para além dos 5 novos pratos com marisco da costa portuguesa, há ainda uma nova estrela na ementa em que o Chef inova com uma composição de pasta fresca ■ Rigatoni con Ragu de Maiale di Alentejo - “Rigatoni com ragu de porco preto do Alentejo bolota, cozida a baixa temperatura e tomate, ervas frescas e queijo de cabra abafado da Serra de Serpa”. Os novos pratos que vão ao mar buscar o ingrediente principal de cada uma das receitas são: ■ Impepata di cozze de Lagos - “Salpicado de Mexilhões” ■ Spaghetti con Vongole Verace di Óbidos - “Spaghetti com ameijoa de Óbidos e vinho branco” ■ Ravioli di Santola national - “Ravioli com sapateira, batata e queijo de cabra abafado da Serra de Serpa” ■ Spaghetti nero con gamberetti di Algarve e percebes di Berlengas - “Spaghetti nero com camarão, percebes, tomate cherry e limão” ■ Spaghetti nero Gambero Rosso de Algarve - “Spaghetti nero com carabineiro”

São três as distinções internacionais que fazem do Come Prima uma referência única, para os apreciadores da cozinha italiana entre nós - O atestado de Hospitalidade Italiana, atribuído pelo governo de Itália; o atestado de Pizza Certificada Napolitana, atribuído pela Associação Pizza Verace Napolitana; e, o atestado de Excelência Italiana, uma distinção confirma a autenticidade e a qualidade do COME PRIMA enquanto restaurante de matriz italiana.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Casino Estoril - Gala de Réveillon 2016

 Isabel Nogueira
(Vestido Penhalta)
 Ana Paula Santos e Mário Assis Ferreira
 Miu e Choi Man In
Lili Caneças
 José Moutinho e Lili Caneças
 Isabel Nogueira e Carlos Veríssimo
 Serenella Andrade e José Carlos Antunes
 António Vilar e Tereza Pinto Coelho
 Maria José Galvão de Sousa e Humberto Leal
 Flávio Carmelo e Virgínia Carvalho
 Bé e José Mesquita
 Ruy de Carvalho, Ana Paula de Carvalho, Paulo Coelho e João de Carvalho
 Isabel Nogueira, José Moutinho, Lili Caneças e Paula Rocha
 Manuel Diniz e Carlos Veríssimo
 Lili Caneças, Ana Bela César e Isabel Nogueira
 Isabel Nogueira, Ana Bela César e Maria José Galvão de Sousa
 Fafá de Belém
 Fafá de Belém
 Fafá de Belém
 Fafá de Belém


Concerto de Fafá de Belém

Salão Preto e Prata


Fafá de Belém foi a grande protagonista do Réveillon 2016, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

Trinta anos depois, Fafá de Belém regressou ao Palco do Casino Estoril, onde iniciou a sua carreira em Portugal, para celebrar a entrada do novo ano, com um concerto memorável.

A Gala de Réveillon começou com um cocktail de Boas-vindas, seguido de um requintado jantar, com um excepcional Menu: Lavagante do Atlântico, como Entrada; Consome de amêijoas; Sorbet de Caipirinha; Naco de Novilho como Prato Principal; e, Tarte Tartin com gelado de baunilha como sobremesa. Houve ainda Ceia e pela madrugada chocolate quente e bolo de São Silvestre.

A animação musical esteve a cargo das bandas Dynamite, Supreme Sounk e AbbaMi

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

A Rapariga Dinamarquesa - Antestreia no CCB em Lisboa

 Isabel Nogueira
 Xenica e Mituxa Jardim
 Isabel Palmela
 Rita Ferro
 Fernanda Varela
 Serenella Andrade e José Carlos Antunes
 Sandra Celas e Zé Manel
 Manuela Marle e Lili Caneças
 Maria José Galvão de Sousa e Humberto Leal
 Isabel Nogueira e Carlos Veríssimo
João de Almeida e Virgílio Seco 
 Mariana e José Chilão e Paula Bouhon
 Marco Teopisto, Fernanda Varela e Paulo Sassetti
 Margarida Lourenço, António Braga e Alexandra Leite
 Jorge Santos Silva, Helena Ribeiro, Pedro Moreira e Luís Filipe Ferreira

Humberto Leal, Fernanda Varela, Maria José Galvão de Sousa, Paula Bouhon e José Chilão


Um filme de Tom Hooper


O Grande Auditório do  CCB - Centro Cultural de Belém em Lisboa, acolheu ontem à noite, a antestreia do filme de Tom Hooper a Rapariga Dinamarquesa.

Com 3 nomeações aos Globos de Ouro incluindo Melhor Actor (Drama) Eddie Redmayne, Melhor Actriz (Drama) Alicia Vikander, A Rapariga Dinamarquesa é um romance, baseado na história verídica da primeira transexual a submeter-se a uma cirurgia de mudança de sexo.

Nos cinemas NOS.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Egoísta Dezembro 2015


A Família e o Paradigma

Face à profundidade do tema, eis que, noite adentro, lá vou eu revisitar os recônditos dos sentimentos, apropriando-me da razão e do afecto - ou, por outras palavras, da síntese dicotómica entre inteligência e coração -, enquanto fundamentos do amor e sustentáculo de uma união familiar.
E recordo uma frase de Agostina Bessa Luís, esse nome maior da nossa Literatura: "Eu acho que não há inteligência sem coração. A inteligência é um dom, é nos concedida, mas o coração tem que a suportar humildemente, senão é perfeitamente votado às trevas".
Coração e inteligência, qual panaceia da luz que se contrapõe às trevas, eis o contemporâneo paradigma em que se funda a estabilidade da relação familiar.
Valores que são insitos a uma moderna concepção de Família.
Porém, a Família é, inquestionavelmente, a mais remota manifestação do instinto gregário do ser humano enquanto núcleo polarizador de valores interpessoais comuns. Permanente na sua existência, profundamente mutável nos contornos éticos dos seus fundamentos relacionais.
Nos estudos científicos de Morgan sobre os iroqueses, pode concluir-se que aos três estágios culturais da Pré-História correspondem, quase simetricamente, três modelos de Família: a família "Consanguínea", a "Panaluana" e a "Sindiásmica", cujo processo evolutivo viria a conduzir à progressiva implantação da Família "Monogâmica".
E, não cabendo neste espaço deambulações científicas sobre tais conceitos, sempre diria que, no que divergem, paradoxalmente se conciliam na promiscua generalização de práticas de relacionamento grupal que, hoje, tão veementemente nos repugnam.
Mas, por surpreendente que pareça, só na ascensão ao estágio civilizacional da Humanidade, a polis grega e, muito especialmente, o jus romano, viriam consagrar o conceito de Família enquanto expressão de um "novo" organismo social com regras hierárquicas e inter-relacionais vinculativamente definidas.
Regras essas, aliás, de precária permanência. Pois que, na Idade Média, no Renascimento, no advento, em finais do século XIX, das transformações socioeconómicas da Revolução Industrial, nos primórdios da emancipação feminina, no dealbar século XX e, já neste milénio, a liberalização, normativamente consagrada, das fertilizações in vitro, das barrigas de aluguer, das uniões homoafectivas, viriam a cristalizar profundas mutações éticas, sociológicas e jurídicas no conceito hodierno de Família.
Nessa eternidade sem tempo, nesse infindável percurso conceptual da Família, cruzaram-se clareiras de luz, exercitadas na coesa solidariedade de uma sobrevivência grupal, escavaram-se grutas de sombras na carnal promiscuidade de relações consanguíneas.
Mas, na vida, tudo é datado, até a ética e a moral: o opróbrio que, hoje, nos horroriza, foi a instintiva prática natural de uma primitiva procriação familiar.
E a mim, que tenho da Família uma visão neo-conservadora - melhor diria, semi-liberal - não me cabe, neste escrito, formular juízos de valor sobre praticas ancestrais.
Pelo que, regressando à moldura de uma contemporânea concepção de Família, interrogo-me se, neste mundo globalizado, a geografia dos afectos, centralizada, embora, na relação familiar, não poderia ser extensiva a todos os que nos são queridos e, afinal, à própria família da Humanidade.
Pois que, nos conturbados dias que vivemos, assistimos, algo impassíveis, à tragédia de milhões de refugiados que, do destino, só aspiram a uma precária sobrevivência.
E em refugiados nós próprios nos tornamos, exilados da solidariedade devida à Humanidade, circunscritos ao afago do consanguíneo afecto familiar.
Afectos esses, aliás, nem sempre fáceis de preservar.
Até porque na estabilidade afectiva de uma relação familiar,o egoísmo, a prepotência, a deslealdade, são tentações vulneráveis à sedução das trevas, ao repúdio da união.
Pois que a inteligência, quando vagueia desregrada e alheia ao coração, tende a corromper sentimentos, abalando os alicerces da coesão familiar.
E o que era uma sintonia de razão e afecto, de pele e emoção, vai-se dissolvendo em fantasmas de uma relação precária, sem horizontes de futuro.
Essa a dialéctica entre a luz e as trevas, dirimida na simbiose de afecto com a razão.
Porque o coração, mais tolerante que a inteligência, dispensa juramentos.
Porque no que a razão é cega, o coração fecha os olhos.
Porque no que a inteligência pede, o coração oferece.
E, por tudo isso, o coração pode sobreviver à verdade, mas a mentira pode sacrificar a razão.
Essa, a síntese comportamental em que se funda a Família, qual persistente aprendizagem rumo a uma felicidade possível.
Uma felicidade em que a vida seja a intemporalidade finita, em que o amor seja o presente, a paixão o antecedente, a prole o consequente.
Tal como uma casa que todos os dias se reconstroi com ferramentas de sorrisos.
Pois o sorriso é a janela iluminada de um rosto, confirmando que o coração está em casa!

Editorial de Mário Assis Ferreira

(A revista encontra-se à venda nas lojas/tabacarias do Casino Estoril e do Casino Lisboa).

sábado, 19 de dezembro de 2015

Boas Festas!

Isabel Nogueira

Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Merry Christmas and Happy New Year

Joyeux Nöel et Bonne Année